Os riscos dos OGMs
Os organismos geneticamente modificados foram o tema de um debate público promovido na passada semana, dia 11, pelo Grupo da Esquerda Unitária Europeia/Esquerda Verde Nórdica, no qual se integram os deputados do PCP ao Parlamento Europeu.
Na iniciativa participaram, a convite do PCP, Margarida Silva, coordenadora da Plataforma Portuguesa Transgénicos Fora do Prato, e Maria João Pacheco, membro do Conselho Nacional Executivo do Partido Ecologista «Os Verdes».
Diversas intervenções chamaram a atenção para os perigos decorrentes da introdução de culturas geneticamente modificadas para a soberania nacional, para o ambiente e biodiversidade e para a saúde pública.
Os participantes destacaram a luta desenvolvida em vários países pela transformação da União Europeia numa zona livre de OGMs, defendendo o direito dos povos de decidir sobre a introdução destas culturas.
Segundo os inquéritos de opinião, mais de dois terços da população dos diferentes estados membros manifestam-se contra os OGMs. Contudo, as multinacionais não desistem de tentar impor este tipo de culturas com vista a controlar a produção agrícola e a alimentação.
Num momento em que na Assembleia da República estão em debate e votação diversas iniciativas legislativas sobre a coexistência de culturas transgénicas em Portugal, os comunistas sublinham que a alimentação é um direito básico da humanidade, o qual não pode ser dissociado do direito de produzir.
Na iniciativa participaram, a convite do PCP, Margarida Silva, coordenadora da Plataforma Portuguesa Transgénicos Fora do Prato, e Maria João Pacheco, membro do Conselho Nacional Executivo do Partido Ecologista «Os Verdes».
Diversas intervenções chamaram a atenção para os perigos decorrentes da introdução de culturas geneticamente modificadas para a soberania nacional, para o ambiente e biodiversidade e para a saúde pública.
Os participantes destacaram a luta desenvolvida em vários países pela transformação da União Europeia numa zona livre de OGMs, defendendo o direito dos povos de decidir sobre a introdução destas culturas.
Segundo os inquéritos de opinião, mais de dois terços da população dos diferentes estados membros manifestam-se contra os OGMs. Contudo, as multinacionais não desistem de tentar impor este tipo de culturas com vista a controlar a produção agrícola e a alimentação.
Num momento em que na Assembleia da República estão em debate e votação diversas iniciativas legislativas sobre a coexistência de culturas transgénicas em Portugal, os comunistas sublinham que a alimentação é um direito básico da humanidade, o qual não pode ser dissociado do direito de produzir.