Polícias exigem melhores condições
O presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP/PSP), Paulo Rodrigues, exigiu, na passada semana, durante uma concentração de profissionais das forças e serviços de segurança, em Lisboa, «melhores condições» para o exercício policial.
«A segurança em Portugal não está muito bem, porque a política para o sector não é a mais correcta», afirmou Paulo Rodrigues, que falava aos jornalistas durante a concentração realizada na Praça do Comércio e organizada pela Comissão Coordenadora Permanente (CCP) de Sindicatos e Associações das Forças e Serviços de Segurança.
O novo presidente da ASPP/PSP, empossado naquele dia, salientou que a manifestação foi de «desagrado» por medidas do Governo que abrangem as forças de segurança. As organizações associativas e sindicais das forças e serviços de segurança têm estado em luta desde que o Governo aprovou, nomeadamente, a alteração ao regime de assistência na doença, o congelamento da progressão de carreiras profissionais e um novo regime de aposentação e pré-aposentação.
«Exigimos melhores condições para os polícias, para melhorar a segurança dos cidadãos», frisou Paulo Rodrigues, que garantiu que os profissionais das forças e serviços de segurança «vão continuar a lutar».
Em sua opinião, «o Governo forçou os profissionais das forças de segurança a exigirem o direito à greve», até agora proibida na Polícia de Segurança Pública (PSP) e Guarda Nacional Republicana (GNR).
Meios e equipamentos
Na concentração, que se realizou junto das instalações do Ministério da Administração Interna, via-se uma árvore de natal, ornamentada com «os desejos dos profissionais das forças e serviços de segurança».
«Direito à greve», «Não há redução do vencimento de aposentação e por baixa médica», «Não ao congelamento de carreiras e escalões», «Exigimos o direito à negociação colectiva» e «Não à alienação do património dos serviços sociais da PSP» eram alguns dos «desejos» dos profissionais das forças de segurança exibidos na árvore de natal, onde também se via um cravo vermelho.
A concentração contou com a participação de mais de uma centena de pessoas. Muitos deles ostentavam bandeiras das suas organizações sindicais e associativas, assim como painéis, num dos quais se lia «Com o sacrifício das nossas vidas mantemos o privilégio da vossa segurança».
Este ano já morreram, em serviço, quatro polícias, o último dos quais foi abatido, este mês, em Lagos, no Algarve. «Meios e equipamentos», «Regulamentação da lei do associativismo da GNR», «Instalações condignas», «Subsídios de risco» e «Revogação da lei da assistência na doença», diziam outros painéis.
«A segurança em Portugal não está muito bem, porque a política para o sector não é a mais correcta», afirmou Paulo Rodrigues, que falava aos jornalistas durante a concentração realizada na Praça do Comércio e organizada pela Comissão Coordenadora Permanente (CCP) de Sindicatos e Associações das Forças e Serviços de Segurança.
O novo presidente da ASPP/PSP, empossado naquele dia, salientou que a manifestação foi de «desagrado» por medidas do Governo que abrangem as forças de segurança. As organizações associativas e sindicais das forças e serviços de segurança têm estado em luta desde que o Governo aprovou, nomeadamente, a alteração ao regime de assistência na doença, o congelamento da progressão de carreiras profissionais e um novo regime de aposentação e pré-aposentação.
«Exigimos melhores condições para os polícias, para melhorar a segurança dos cidadãos», frisou Paulo Rodrigues, que garantiu que os profissionais das forças e serviços de segurança «vão continuar a lutar».
Em sua opinião, «o Governo forçou os profissionais das forças de segurança a exigirem o direito à greve», até agora proibida na Polícia de Segurança Pública (PSP) e Guarda Nacional Republicana (GNR).
Meios e equipamentos
Na concentração, que se realizou junto das instalações do Ministério da Administração Interna, via-se uma árvore de natal, ornamentada com «os desejos dos profissionais das forças e serviços de segurança».
«Direito à greve», «Não há redução do vencimento de aposentação e por baixa médica», «Não ao congelamento de carreiras e escalões», «Exigimos o direito à negociação colectiva» e «Não à alienação do património dos serviços sociais da PSP» eram alguns dos «desejos» dos profissionais das forças de segurança exibidos na árvore de natal, onde também se via um cravo vermelho.
A concentração contou com a participação de mais de uma centena de pessoas. Muitos deles ostentavam bandeiras das suas organizações sindicais e associativas, assim como painéis, num dos quais se lia «Com o sacrifício das nossas vidas mantemos o privilégio da vossa segurança».
Este ano já morreram, em serviço, quatro polícias, o último dos quais foi abatido, este mês, em Lagos, no Algarve. «Meios e equipamentos», «Regulamentação da lei do associativismo da GNR», «Instalações condignas», «Subsídios de risco» e «Revogação da lei da assistência na doença», diziam outros painéis.