Pensionistas e idosos manifestam-se contra política social
«Os idosos têm direito a exigir a atenção dos poderes políticos quanto às suas necessidades específicas, com destaque para o montante das pensões, os cuidados de saúde, os apoios na dependência», afirma a Inter-Reformados de Lisboa.
Neste sentido, a organização de reformados da USL/CGTP-IN realiza hoje, às 14h30, uma Tribuna Pública, na Casa do Alentejo, em Lisboa, onde irá ainda protestar «contra o aumentos dos transportes, da habitação, assim como dos bens essenciais, incluindo o pão».
Para o dia 29 de Novembro, a Federação das Associações de Reformados Pensionistas e Idosos do Distrito de Beja (FARPIBE/MURPI) agendou uma concentração nacional em Lisboa, junto à Assembleia da República, com deslocação à residência oficial do Primeiro-Ministro, onde será entregue um documento de protesto contra as medidas gravosas do Orçamento de Estado (OE) para 2006 e de reivindicação de melhores condições de vida para os pensionistas e idosos.
«Longe de corresponder às promessas eleitoralistas, este OE não têm uma perspectiva económico-social, mantendo-se agarrado à obsessão do défice, sem apontar um caminho que conduza ao crescimento económico, prevendo-se ainda o aumento do desemprego», afirma, em comunicado, distribuído anteontem, o MURPI.
Os pensionistas e idosos denunciam ainda que a perspectiva do Governo em reduzir as despesas sociais do Estado vai trazer consequências muito graves para o sistema público da Segurança Social e para a saúde dos portugueses, com ainda mais sacrifícios para os pobres.
«Enquanto a riqueza do nosso País se concentra cada vez mais nas mãos de uns quantos, muito poucos, a maioria da população é castigada com uma política social injusta que, todos os anos, lhe retira poder de compra e contribui para que o nosso País se afaste cada vez mais da média dos países da comunidade europeia, com cerca de dois milhões de pobres, um milhão e duzentos mil dos quais com um rendimento muito baixo do que se considera o limiar da pobreza», lamenta o MURPI.
Neste sentido, a organização de reformados da USL/CGTP-IN realiza hoje, às 14h30, uma Tribuna Pública, na Casa do Alentejo, em Lisboa, onde irá ainda protestar «contra o aumentos dos transportes, da habitação, assim como dos bens essenciais, incluindo o pão».
Para o dia 29 de Novembro, a Federação das Associações de Reformados Pensionistas e Idosos do Distrito de Beja (FARPIBE/MURPI) agendou uma concentração nacional em Lisboa, junto à Assembleia da República, com deslocação à residência oficial do Primeiro-Ministro, onde será entregue um documento de protesto contra as medidas gravosas do Orçamento de Estado (OE) para 2006 e de reivindicação de melhores condições de vida para os pensionistas e idosos.
«Longe de corresponder às promessas eleitoralistas, este OE não têm uma perspectiva económico-social, mantendo-se agarrado à obsessão do défice, sem apontar um caminho que conduza ao crescimento económico, prevendo-se ainda o aumento do desemprego», afirma, em comunicado, distribuído anteontem, o MURPI.
Os pensionistas e idosos denunciam ainda que a perspectiva do Governo em reduzir as despesas sociais do Estado vai trazer consequências muito graves para o sistema público da Segurança Social e para a saúde dos portugueses, com ainda mais sacrifícios para os pobres.
«Enquanto a riqueza do nosso País se concentra cada vez mais nas mãos de uns quantos, muito poucos, a maioria da população é castigada com uma política social injusta que, todos os anos, lhe retira poder de compra e contribui para que o nosso País se afaste cada vez mais da média dos países da comunidade europeia, com cerca de dois milhões de pobres, um milhão e duzentos mil dos quais com um rendimento muito baixo do que se considera o limiar da pobreza», lamenta o MURPI.