BE, PS e PSD envolvidos em manobras serôdias
A Comissão Coordenadora do Seixal da CDU denunciou, em conferência de imprensa, na passada sexta-feira, as «aventuras serôdias nas quais se envolveram o BE, o PSD e o PS» visando desacreditar o acto eleitoral que uma vez mais deu uma vitória inequívoca à coligação em todos os órgãos autárquicos do concelho.
Conceição Morais, responsável pela Comissão Concelhia, e Alfredo Monteiro, presidente da Câmara do Seixal, reeleito no dia 9, desmontaram com veemência as manobras daquelas forças políticas e reafirmam que, contra o que puseram a correr alguns órgãos de informação, com evidentes objectivos difamatórios, o «acto eleitoral decorreu de forma exemplar». No fundo poderia ter havido uma qualquer falha nos «procedimentos processuais», mas nunca «irregularidades». Aliás, as ligeiras correcções que foram efectuadas em nada alteraram o resultado de fundo do escrutínio.
Aqueles responsáveis comunistas convidaram o BE, PSD e PS a «explicarem-se de que lado realmente estão, se na defesa dos interesses do município ou na defesa dos interesses individuais».
É também sintomático o facto de os órgão de comunicação que deram voz às calúnias não terem feito a cobertura da conferência de imprensa, ocasião em que poderiam ter esclarecido todas as dúvidas para puderem informar com verdade os respectivos leitores ou espectadores.
Num comunicado assinado pela Coordenadora do Seixal da CDU e distribuído na altura, lê-se que o «clima de suspeita sobre a fiabilidade dos resultados eleitorais no momento em que reunia a Assembleia de Apuramento Geral» e «cujo edital confirma por inteiro os resultados obtidos no dia 9 e publicamente divulgados mostra uma grosseira coincidência que apenas serve os intentos daqueles que da democracia só aceitam o que é a seu favor, daqueles que querem ganhar nos bastidores o que perderam por falta de trabalho e mérito, daqueles que querem o poder a tudo o custo e têm mau perder».
No mesmo documento, a CDU «condena vivamente todos aqueles que tentaram pôr em causa a credibilidade, o espírito democrático, o bom nome do povo do Seixal que sempre soube fazer valer no espírito de Abril as suas reconhecidas virtudes democráticas, de trabalho e de dedicação à sua terra e ao País».
CDU recorre ao TC
Por seu lado, a CDU de Tábua apresentou, quinta-feira, pelas 9 horas, um protesto no Tribunal Constitucional, em Lisboa.
Durante as eleições autárquicas, que se realizaram no passado dia 9 de Outubro, o delegado da CDU na mesa da freguesia de Ázere entregou um protesto motivado pelo facto de uma eleitora se ter apresentado na assembleia de voto já munida de boletins assinalando o voto no PS. Estranhamente, segundo a coligação, a mesa não só aceitou que estes votos entrassem na urna, como permitiu que fossem fornecidos à eleitora outros boletins, também estes aceites.
Curiosamente, na Assembleia de Apuramento Geral, o protesto da CDU, bem como outros de outras forças políticas com conteúdo semelhante, não foram aceites.
Neste sentido, considerando inadmissível que fique por explicar como é que uma eleitora teve acesso a boletins de voto antes de entrar na Assembleia e de ser identificada, a CDU apresentou o seu protesto ao mais alto nível.
Conceição Morais, responsável pela Comissão Concelhia, e Alfredo Monteiro, presidente da Câmara do Seixal, reeleito no dia 9, desmontaram com veemência as manobras daquelas forças políticas e reafirmam que, contra o que puseram a correr alguns órgãos de informação, com evidentes objectivos difamatórios, o «acto eleitoral decorreu de forma exemplar». No fundo poderia ter havido uma qualquer falha nos «procedimentos processuais», mas nunca «irregularidades». Aliás, as ligeiras correcções que foram efectuadas em nada alteraram o resultado de fundo do escrutínio.
Aqueles responsáveis comunistas convidaram o BE, PSD e PS a «explicarem-se de que lado realmente estão, se na defesa dos interesses do município ou na defesa dos interesses individuais».
É também sintomático o facto de os órgão de comunicação que deram voz às calúnias não terem feito a cobertura da conferência de imprensa, ocasião em que poderiam ter esclarecido todas as dúvidas para puderem informar com verdade os respectivos leitores ou espectadores.
Num comunicado assinado pela Coordenadora do Seixal da CDU e distribuído na altura, lê-se que o «clima de suspeita sobre a fiabilidade dos resultados eleitorais no momento em que reunia a Assembleia de Apuramento Geral» e «cujo edital confirma por inteiro os resultados obtidos no dia 9 e publicamente divulgados mostra uma grosseira coincidência que apenas serve os intentos daqueles que da democracia só aceitam o que é a seu favor, daqueles que querem ganhar nos bastidores o que perderam por falta de trabalho e mérito, daqueles que querem o poder a tudo o custo e têm mau perder».
No mesmo documento, a CDU «condena vivamente todos aqueles que tentaram pôr em causa a credibilidade, o espírito democrático, o bom nome do povo do Seixal que sempre soube fazer valer no espírito de Abril as suas reconhecidas virtudes democráticas, de trabalho e de dedicação à sua terra e ao País».
CDU recorre ao TC
Por seu lado, a CDU de Tábua apresentou, quinta-feira, pelas 9 horas, um protesto no Tribunal Constitucional, em Lisboa.
Durante as eleições autárquicas, que se realizaram no passado dia 9 de Outubro, o delegado da CDU na mesa da freguesia de Ázere entregou um protesto motivado pelo facto de uma eleitora se ter apresentado na assembleia de voto já munida de boletins assinalando o voto no PS. Estranhamente, segundo a coligação, a mesa não só aceitou que estes votos entrassem na urna, como permitiu que fossem fornecidos à eleitora outros boletins, também estes aceites.
Curiosamente, na Assembleia de Apuramento Geral, o protesto da CDU, bem como outros de outras forças políticas com conteúdo semelhante, não foram aceites.
Neste sentido, considerando inadmissível que fique por explicar como é que uma eleitora teve acesso a boletins de voto antes de entrar na Assembleia e de ser identificada, a CDU apresentou o seu protesto ao mais alto nível.