Divisão na AFL-CIO
No final de Julho, realizou-se em Chicago a 25ª Convenção da AFL-CIO, a maior (e até à data, a única) confederação sindical dos EUA. A convenção ficou marcada pelo afastamento da AFL-CIO por parte de seis grandes sindicatos, incluindo o International Brotherhood of Teamsters (1,4 milhões de motoristas), Unite Here, e o Service Employees International Union (1,8 milhões de trabalhadores de serviços), que representam cerca de um terço dos 13 milhões de filiados da confederação. Estes sindicatos, que acusam o agora reeleito presidente, John Sweeney, de 71 anos, de ser incapaz de se adaptar às mudanças das economias americana e mundial, criaram em Junho um movimento para uma nova confederação, designado Change to Win (Mudança para Ganhar).
A divisão deixou muitos dos delgados preocupados com o impacto da desunião no futuro das coligações locais construídas nos últimos anos contra Bush e nas lutas dos trabalhadores. Mas nas palavras do Rev. Jackson: «A luta entre facções não deve deixar sangue no campo. Temos de aprender a lutar internamente, mas coalescer externamente contra os que querem destruir ambos os lados. Esta luta não é "nós contra nós" é "nós contra eles", e "eles" estão a lutar com toda a força.»
Ao longo de quatro dias, os delegados discutiram a necessidade de combate às grande corporações, aos acordos de comércio livre, e pela protecção dos direitos laborais, do sistema de segurança social e pela exigência de um sistema de saúde mais acessível. Foram aprovadas algumas moções importantes, destacando-se a medida para reforçar a diversidade étnica dos dirigentes sindicais e uma moção exigindo o regresso das tropas do Iraque, a mais radical resolução desta confederação contra a guerra. Foram também tomadas medidas para reforçar e aumentar a sindicalização, incluindo a formação de cem mil organizadores, e a formação de conselhos coordenadores para desenvolver estratégias de luta entre sindicatos. Em 2004, 12.5% dos assalariados estavam sindicalizados, incluindo 41.2% dos trabalhadores do governo local e 7.9% dos trabalhadores da indústria privada.
A divisão deixou muitos dos delgados preocupados com o impacto da desunião no futuro das coligações locais construídas nos últimos anos contra Bush e nas lutas dos trabalhadores. Mas nas palavras do Rev. Jackson: «A luta entre facções não deve deixar sangue no campo. Temos de aprender a lutar internamente, mas coalescer externamente contra os que querem destruir ambos os lados. Esta luta não é "nós contra nós" é "nós contra eles", e "eles" estão a lutar com toda a força.»
Ao longo de quatro dias, os delegados discutiram a necessidade de combate às grande corporações, aos acordos de comércio livre, e pela protecção dos direitos laborais, do sistema de segurança social e pela exigência de um sistema de saúde mais acessível. Foram aprovadas algumas moções importantes, destacando-se a medida para reforçar a diversidade étnica dos dirigentes sindicais e uma moção exigindo o regresso das tropas do Iraque, a mais radical resolução desta confederação contra a guerra. Foram também tomadas medidas para reforçar e aumentar a sindicalização, incluindo a formação de cem mil organizadores, e a formação de conselhos coordenadores para desenvolver estratégias de luta entre sindicatos. Em 2004, 12.5% dos assalariados estavam sindicalizados, incluindo 41.2% dos trabalhadores do governo local e 7.9% dos trabalhadores da indústria privada.