Comunistas não esquecem terrorismo

Os comunistas do Cadaval não esquecem o dia 17 de Julho de 1975, quando o Centro de Trabalho do PCP no Cadaval foi incendiado, destruído e saqueado por bandos reaccionários. E aproveitaram a abertura da sede de candidatura CDU no concelho para recordarem essa data, pela voz de Bernardino Ralha, que viveu essa data e recordou, emotivamente, esse dia de perseguição e afronta ao PCP. Também Luísa Araújo, da Comissão Política, lembrou o que foi o terrorismo político e o período do chamado «Verão Quente», onde os centros de trabalho do PCP foram destruídos.
No domingo, dia 17, a organização do local do Partido colocou num largo central da vila, um cartaz com a inscrição «Para não esquecer – Faz hoje trinta anos que o Centro de Trabalho do PCP no Cadaval foi assaltado, destruído e incendiado». Foram autores um grupo de senhores naturais da vila, coadjuvados pelos seus correlegionários «Homens da Moca».


Mais artigos de: PCP

Governo prejudica região

A Direcção da Organização Regional de Vila Real do PCP, reunida no passado dia 18 para debater a situação política actual e as tarefas do Partido, considera a política do Governo profundamente negativa, para o País em geral e para a região em particular. Neste último caso, preocupa os comunistas de Vila Real o facto de a...

Por serviços de qualidade

A qualidade da prestação de cuidados de saúde aos portugueses é uma questão que preocupa as organizações do PCP.A Comissão de Saúde junto da Direcção da Organização do Algarve, por exemplo, teme que a anunciada intenção do Governo de extinguir as Sub-Regiões de Saúde se faça com vista apenas na redução de despesas, sem...

Espiral securitária ameaça a democracia

As medidas de segurança anunciadas pelo Conselho Europeu, no dia 13 de Julho, merecem as maiores reservas da parte do PCP, que em nota da Comissão Política divulgada a 14 de Julho – cujo texto transcrevemos na íntegra – reafirma a oposição dos comunistas à tomada de medidas que afrontam ainda mais o Estado de direito democrático.