Comunistas não esquecem terrorismo
Os comunistas do Cadaval não esquecem o dia 17 de Julho de 1975, quando o Centro de Trabalho do PCP no Cadaval foi incendiado, destruído e saqueado por bandos reaccionários. E aproveitaram a abertura da sede de candidatura CDU no concelho para recordarem essa data, pela voz de Bernardino Ralha, que viveu essa data e recordou, emotivamente, esse dia de perseguição e afronta ao PCP. Também Luísa Araújo, da Comissão Política, lembrou o que foi o terrorismo político e o período do chamado «Verão Quente», onde os centros de trabalho do PCP foram destruídos.
No domingo, dia 17, a organização do local do Partido colocou num largo central da vila, um cartaz com a inscrição «Para não esquecer – Faz hoje trinta anos que o Centro de Trabalho do PCP no Cadaval foi assaltado, destruído e incendiado». Foram autores um grupo de senhores naturais da vila, coadjuvados pelos seus correlegionários «Homens da Moca».
No domingo, dia 17, a organização do local do Partido colocou num largo central da vila, um cartaz com a inscrição «Para não esquecer – Faz hoje trinta anos que o Centro de Trabalho do PCP no Cadaval foi assaltado, destruído e incendiado». Foram autores um grupo de senhores naturais da vila, coadjuvados pelos seus correlegionários «Homens da Moca».