Intervenção colectiva
A CDU de Sintra apresentou, sábado, as listas para a Câmara Municipal. Baptista Alves, cabeça de lista, Paula Borges, Rui Monteiro, Miguel Carretas, Mário Condessa, Isabel Coelho, Armando Esteves, Pedro Ventura, Rosário Quintas, Sebastião Gaiolas e Pedro Paulo, são, assim, os primeiros onze candidatos para a autarquia, agora liderada pelo PSD.
Foi ainda anunciado, na Igreja do Rio de Mouro, o cabeça de lista à Junta de Freguesia de Rio de Mouro, Maria Alice Monteiro.
Esta iniciativa contou com a participação de António Filipe, deputado do PCP na Assembleia da República, e Jorge Cordeiro, da Comissão Política do PCP. «Uma vez mais o PS está decidido a fazer da CDU o seu adversário principal e a ter como propósito reduzir a influência do PCP e da CDU nas autarquias», disse Jorge Cordeiro, sublinhando que na CDU «não há espaço», por razões de respeito para com o projecto autárquico, «para uma escolha de candidatos ditada por critérios de lista de oferta com origem em excedentes ou desavindos com os partidos que antes representavam ou por interpostas listas de chamados independentes».
No final da sua intervenção, porque a CDU é reconhecida, mesmo entre adversários, como uma força associada ao que de melhor e mais inovador foi feito nas gestão das autarquias, Jorge Cordeiro apelou ao reforço da votação. «Um resultado que traduzido no reforço da CDU contribua para dar força e expressão a um projecto de esquerda no Poder Local, condição primeira para a sua própria defesa», disse.
Foi ainda anunciado, na Igreja do Rio de Mouro, o cabeça de lista à Junta de Freguesia de Rio de Mouro, Maria Alice Monteiro.
Esta iniciativa contou com a participação de António Filipe, deputado do PCP na Assembleia da República, e Jorge Cordeiro, da Comissão Política do PCP. «Uma vez mais o PS está decidido a fazer da CDU o seu adversário principal e a ter como propósito reduzir a influência do PCP e da CDU nas autarquias», disse Jorge Cordeiro, sublinhando que na CDU «não há espaço», por razões de respeito para com o projecto autárquico, «para uma escolha de candidatos ditada por critérios de lista de oferta com origem em excedentes ou desavindos com os partidos que antes representavam ou por interpostas listas de chamados independentes».
No final da sua intervenção, porque a CDU é reconhecida, mesmo entre adversários, como uma força associada ao que de melhor e mais inovador foi feito nas gestão das autarquias, Jorge Cordeiro apelou ao reforço da votação. «Um resultado que traduzido no reforço da CDU contribua para dar força e expressão a um projecto de esquerda no Poder Local, condição primeira para a sua própria defesa», disse.