«Mentira é má para a democracia»
Jerónimo de Sousa, disse, sexta-feira, no Funchal que a mentira «não é saudável para a democracia», numa alusão às promessas feitas na campanha eleitoral e não cumpridas pelo primeiro-ministro José Sócrates.
Não é saudável para a democracia que se ganhem votos mentindo
«Não é saudável para a democracia que se ganhem votos mentindo. Que se ganhe em votos com promessas que, depois, quando se chega ao Governo, não são cumpridas» referiu Jerónimo de Sousa, no jantar-comício de apresentação dos candidatos comunistas às autarquias da Madeira.
O secretário-geral do PCP considerou que as eleições autárquicas vão decorrer «num quadro complexo» de descontentamento geral às políticas do Governo de José Sócrates, que disse não diferir do de Durão Barroso.
Manifestou a sua solidariedade para com «as justas reivindicações» dos trabalhadores da Administração Pública, das forças de segurança e das empresas privadas. Lembrou ainda que o governador do Banco de Portugal pede sacrifícios aos trabalhadores mas «esqueceu-se de dizer que só os cinco administradores do Banco de Portugal conseguem remunerações de 350 mil contos por ano».
Acusou também o Governo de tentar «eliminar direitos fundamentais, designadamente em relação à contratação colectiva, à negociação da contratação, em relação à idade da reforma e a direitos sociais que têm a ver com a saúde».
O PCP apresenta como candidato à Câmara do Funchal o advogado Artur Andrade.
Melhorar a Marinha Grande
No sábado, Jerónimo de Sousa participou na apresentação dos candidatos da CDU para a Câmara Municipal da Marinha Grande. João Barros Duarte, cabeça de lista, Alberto Filomeno Esteves Carvalho, João Alfredo Marques Pedrosa, Sérgio Inácio Salgueiro Moiteiro, Paulo Renato de Jesus Pedroso Tojeira e Carla Sofia André Paulo, são os rostos de um projecto, com futuro, para a autarquia da Marinha Grande. Para a Assembleia Municipal, a CDU avançou com o nome de Luís Guerra Marques.
Foram ainda apresentados os cabeças de lista à Assembleia de Freguesia da Marinha Grande, Francisco Manuel Carvalho Duarte, e de Vieira de Leiria Álvaro Mira Botas Letra.
«Estes últimos anos de maioria PS, no concelho da Marinha Grande, são tempo já suficiente para se verificar e reflectir, sobre as diferenças de projecto e de gestão, tendo como referência o trabalho realizado pela CDU e avaliar os resultados e reais vantagens para as populações e o concelho de uma gestão que, afinal, não resolveu os problemas que anunciou iria resolver nas mais diversas áreas da actividade municipal», denunciou o secretário-geral do PCP, sublinhando que, hoje, «está muito claro quanto descabida era a acusação do PS quando nos imputava a responsabilidade pelas dificuldades da economia do concelho da Marinha Grande, particularmente do sector da cristalaria».
Por seu turno, Barros Duarte, que já foi presidente da Câmara, apontou várias suspeitas de corrupção que envolvem os vereadores «pessoas acantonadas na autarquia», envolvendo ligações privilegiadas com alguns construtores civis.
Criticando o «atrevimento e descaramento» dos eleitos socialistas, o autarca do PCP prometeu uma «gestão séria» caso a CDU regresse à Câmara, procurando minimizar os problemas sociais causados com a crise vidreira.
O secretário-geral do PCP considerou que as eleições autárquicas vão decorrer «num quadro complexo» de descontentamento geral às políticas do Governo de José Sócrates, que disse não diferir do de Durão Barroso.
Manifestou a sua solidariedade para com «as justas reivindicações» dos trabalhadores da Administração Pública, das forças de segurança e das empresas privadas. Lembrou ainda que o governador do Banco de Portugal pede sacrifícios aos trabalhadores mas «esqueceu-se de dizer que só os cinco administradores do Banco de Portugal conseguem remunerações de 350 mil contos por ano».
Acusou também o Governo de tentar «eliminar direitos fundamentais, designadamente em relação à contratação colectiva, à negociação da contratação, em relação à idade da reforma e a direitos sociais que têm a ver com a saúde».
O PCP apresenta como candidato à Câmara do Funchal o advogado Artur Andrade.
Melhorar a Marinha Grande
No sábado, Jerónimo de Sousa participou na apresentação dos candidatos da CDU para a Câmara Municipal da Marinha Grande. João Barros Duarte, cabeça de lista, Alberto Filomeno Esteves Carvalho, João Alfredo Marques Pedrosa, Sérgio Inácio Salgueiro Moiteiro, Paulo Renato de Jesus Pedroso Tojeira e Carla Sofia André Paulo, são os rostos de um projecto, com futuro, para a autarquia da Marinha Grande. Para a Assembleia Municipal, a CDU avançou com o nome de Luís Guerra Marques.
Foram ainda apresentados os cabeças de lista à Assembleia de Freguesia da Marinha Grande, Francisco Manuel Carvalho Duarte, e de Vieira de Leiria Álvaro Mira Botas Letra.
«Estes últimos anos de maioria PS, no concelho da Marinha Grande, são tempo já suficiente para se verificar e reflectir, sobre as diferenças de projecto e de gestão, tendo como referência o trabalho realizado pela CDU e avaliar os resultados e reais vantagens para as populações e o concelho de uma gestão que, afinal, não resolveu os problemas que anunciou iria resolver nas mais diversas áreas da actividade municipal», denunciou o secretário-geral do PCP, sublinhando que, hoje, «está muito claro quanto descabida era a acusação do PS quando nos imputava a responsabilidade pelas dificuldades da economia do concelho da Marinha Grande, particularmente do sector da cristalaria».
Por seu turno, Barros Duarte, que já foi presidente da Câmara, apontou várias suspeitas de corrupção que envolvem os vereadores «pessoas acantonadas na autarquia», envolvendo ligações privilegiadas com alguns construtores civis.
Criticando o «atrevimento e descaramento» dos eleitos socialistas, o autarca do PCP prometeu uma «gestão séria» caso a CDU regresse à Câmara, procurando minimizar os problemas sociais causados com a crise vidreira.