Falta de fundos prejudica educação sexual no Reino Unido
«Os jovens fazem escolhas maturas quando têm informações e meios para o fazer», sustentou Joanne Stevenson, da Liga dos Jovens Comunistas do Reino Unido, lembrando qe a sociedade pressiona os jovens a pensar em sexo diariamente. «Como é possível um adolescente de 16 anos cheio de hormonas lidar com a complexidade deste assunto se não tiver acesso aos factos e aos recursos que salvaguardam uma saúde responsável?», questionou.
No Reino Unido, a educação sexual tem problemas de financiamento e de orientação. Em muitas escolas públicas, estas questões são abordadas em Biologia, em Educação Religiosa ou em Educação Civil. «Para muitos, estas informações surgem demasiado tarde, aos 14 ou 16 anos, e frequentemente em aulas com alguém exterior à escola, sem formação pedagógica e sem conhecer os estudantes», contou.
A Inglaterra e o País de Gales apresentam as mais altas taxas de gravidez em raparigas entre os 15 e os 19 anos da Europa Ocidental e os estudos mostram que apenas um terço dos jovens sexualmente activos usam preservativo regularmente. Outros dados revelam que 54 por cento não sabe que a contracepção de emergência pode ser tomada até 72 horas depois da relação e que 31 por cento pensa que as infecções transmitidas sexualmente podem ser apanhadas numa sanita. «Isto mostra que a escola tem um papel fundamental na informação sobre saúde sexual e constitui um poderoso argumento para tornar a educação sexual parte do currículo nacional», afirmou Joanne Stevenson.
O aborto é legal no Reino Unido desde 1967, excepto na Irlanda do Norte. No entanto, a decisão tem de ser tomada por dois médicos e não apenas pela mulher, o que confere um grande poder aos profissionais e à sua interpretação da lei. Outro problema reside no financiamento, pois o serviço nacional de saúde suporta apenas três quartos dos custos.
Quase 90 por cento das interrupções de gravidez são feitos nas primeiras 12 semanas e apenas um por cento depois das 20 semanas. Quase 80 por cento das mulheres que faz um aborto tem 20 anos ou mais e só dois por cento tem menos de 16 anos.
No Reino Unido, a educação sexual tem problemas de financiamento e de orientação. Em muitas escolas públicas, estas questões são abordadas em Biologia, em Educação Religiosa ou em Educação Civil. «Para muitos, estas informações surgem demasiado tarde, aos 14 ou 16 anos, e frequentemente em aulas com alguém exterior à escola, sem formação pedagógica e sem conhecer os estudantes», contou.
A Inglaterra e o País de Gales apresentam as mais altas taxas de gravidez em raparigas entre os 15 e os 19 anos da Europa Ocidental e os estudos mostram que apenas um terço dos jovens sexualmente activos usam preservativo regularmente. Outros dados revelam que 54 por cento não sabe que a contracepção de emergência pode ser tomada até 72 horas depois da relação e que 31 por cento pensa que as infecções transmitidas sexualmente podem ser apanhadas numa sanita. «Isto mostra que a escola tem um papel fundamental na informação sobre saúde sexual e constitui um poderoso argumento para tornar a educação sexual parte do currículo nacional», afirmou Joanne Stevenson.
O aborto é legal no Reino Unido desde 1967, excepto na Irlanda do Norte. No entanto, a decisão tem de ser tomada por dois médicos e não apenas pela mulher, o que confere um grande poder aos profissionais e à sua interpretação da lei. Outro problema reside no financiamento, pois o serviço nacional de saúde suporta apenas três quartos dos custos.
Quase 90 por cento das interrupções de gravidez são feitos nas primeiras 12 semanas e apenas um por cento depois das 20 semanas. Quase 80 por cento das mulheres que faz um aborto tem 20 anos ou mais e só dois por cento tem menos de 16 anos.