Trabalhadores recusam «mais do mesmo»
A Direcção da Organização Regional de Setúbal do PCP, reunida no dia 31 de Maio, acusou o PS de prosseguir a política de direita do governo anterior e defraudar as expectativas dos portugueses que nele votaram.
Dando conhecimento público das suas conclusões, a DORSA começa por lembrar a situação de alguns trabalhadores do distrito, nomeadamente os da Alcoa, confrontados com um possível despedimento colectivo; da EMEF, lutando pelos seus postos de trabalho; da Autoeuropa, pressionados para abandonar a empresa e integrarem-se na Autovision, com uma redução dos salários na ordem dos 30 por cento. Isto, para além, dos mais de 40 mil inscritos nos Centros de Emprego.
Por outro lado – como sublinham os comunistas de Setúbal – «as negociações para aumentos salariais não avançam e o patronato pretende retirar direitos conquistados nos contratos de trabalho e aplicar o Código de Trabalho; os custos dos bens essenciais à vida, os transportes, os combustíveis, as taxas moderadoras não param de aumentar; muitas micro, pequenas e médias empresas, em consequência da retracção do mercado, estão a ir à falência ou têm de reduzir significativamente o seu funcionamento».
«Era exactamente a alteração desta política que os portugueses queriam quando deram a maioria absoluta ao PS», denuncia a DORSA. Ora, as medidas que o Governo PS apresentou para enfrentar o défice orçamental são, afinal, «mais do mesmo»: «sacrifícios para os trabalhadores e camadas laboriosas, benesses para o grande capital.»
Mas os trabalhadores resistem, lembra o PCP, apelando ao empenhamento dos seus militantes na mobilização para algumas jornadas de protesto já marcadas, casos da luta de todos os sectores da Administração Pública, marcada para o próximo dia 17 de Junho, e da Jornada Nacional de Luta que a CGTP-IN promove no dia 28 também deste mês.
Por seu lado, a DORS tem vindo a desenvolver uma campanha de esclarecimento junto das populações em torno das medidas do Governo, onde se integrou o comício realizado ontem no Barreiro.
Dando conhecimento público das suas conclusões, a DORSA começa por lembrar a situação de alguns trabalhadores do distrito, nomeadamente os da Alcoa, confrontados com um possível despedimento colectivo; da EMEF, lutando pelos seus postos de trabalho; da Autoeuropa, pressionados para abandonar a empresa e integrarem-se na Autovision, com uma redução dos salários na ordem dos 30 por cento. Isto, para além, dos mais de 40 mil inscritos nos Centros de Emprego.
Por outro lado – como sublinham os comunistas de Setúbal – «as negociações para aumentos salariais não avançam e o patronato pretende retirar direitos conquistados nos contratos de trabalho e aplicar o Código de Trabalho; os custos dos bens essenciais à vida, os transportes, os combustíveis, as taxas moderadoras não param de aumentar; muitas micro, pequenas e médias empresas, em consequência da retracção do mercado, estão a ir à falência ou têm de reduzir significativamente o seu funcionamento».
«Era exactamente a alteração desta política que os portugueses queriam quando deram a maioria absoluta ao PS», denuncia a DORSA. Ora, as medidas que o Governo PS apresentou para enfrentar o défice orçamental são, afinal, «mais do mesmo»: «sacrifícios para os trabalhadores e camadas laboriosas, benesses para o grande capital.»
Mas os trabalhadores resistem, lembra o PCP, apelando ao empenhamento dos seus militantes na mobilização para algumas jornadas de protesto já marcadas, casos da luta de todos os sectores da Administração Pública, marcada para o próximo dia 17 de Junho, e da Jornada Nacional de Luta que a CGTP-IN promove no dia 28 também deste mês.
Por seu lado, a DORS tem vindo a desenvolver uma campanha de esclarecimento junto das populações em torno das medidas do Governo, onde se integrou o comício realizado ontem no Barreiro.