Recuperação da antiga Fábrica de Cerâmica das Devesas
A CDU apelou à Câmara de Gaia e ao Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR) para que promovam a recuperação da antiga Fábrica de Cerâmica das Devesas, considerando uma ameaça um projecto imobiliário existente para a zona.
A eurodeputada - e deputada municipal em Gaia - Ilda Figueiredo deslocou-se sábado ao local para divulgar um manifesto de apelo à salvaguarda e recuperação da antiga fábrica.
Na ocasião, a dirigente comunista salientou a importância patrimonial e arqueológica da fábrica, que «no século XIX rapidamente se tornou na mais importante unidade industrial do concelho».
Ilda Figueiredo recordou que a fábrica, fundada em 1865, foi um pólo de inovação artística e tecnológica, com projectos educativos próprios, e salientou a importância social que teve no século XIX, através dos bairros operários que lhe estavam anexos e de estruturas de apoio como um asilo e uma creche - esta ainda em funcionamento, como estabelecimento de ensino primário.
«Há anos que se conhece a existência de um projecto imobiliário para o quarteirão Sul da fábrica, o que coloca riscos para o futuro deste complexo arqueológico tão rico», alertou Ilda Figueiredo.
Daí que o manifesto apele à Câmara de Gaia e ao IPPAR para que tomem uma posição sobre as perspectivas de salvaguarda da antiga fábrica, com o objectivo de transformar o espaço num centro cívico-cultural do concelho.
«Concelhos como Valongo e Aveiro fizeram isso mesmo em espaços com muito menor importância arqueológica e patrimonial», exemplificou Ilda Figueiredo.
A eurodeputada - e deputada municipal em Gaia - Ilda Figueiredo deslocou-se sábado ao local para divulgar um manifesto de apelo à salvaguarda e recuperação da antiga fábrica.
Na ocasião, a dirigente comunista salientou a importância patrimonial e arqueológica da fábrica, que «no século XIX rapidamente se tornou na mais importante unidade industrial do concelho».
Ilda Figueiredo recordou que a fábrica, fundada em 1865, foi um pólo de inovação artística e tecnológica, com projectos educativos próprios, e salientou a importância social que teve no século XIX, através dos bairros operários que lhe estavam anexos e de estruturas de apoio como um asilo e uma creche - esta ainda em funcionamento, como estabelecimento de ensino primário.
«Há anos que se conhece a existência de um projecto imobiliário para o quarteirão Sul da fábrica, o que coloca riscos para o futuro deste complexo arqueológico tão rico», alertou Ilda Figueiredo.
Daí que o manifesto apele à Câmara de Gaia e ao IPPAR para que tomem uma posição sobre as perspectivas de salvaguarda da antiga fábrica, com o objectivo de transformar o espaço num centro cívico-cultural do concelho.
«Concelhos como Valongo e Aveiro fizeram isso mesmo em espaços com muito menor importância arqueológica e patrimonial», exemplificou Ilda Figueiredo.