Defender a população
Com o intuito de discutir os objectivos e as propostas para as próximas eleições autárquicas, debatendo igualmente o quadro político em que se realizarão, cerca de uma centena de pessoas, entre candidatos e activistas, participaram, no passado mês de Maio, no Porto, no Encontro Distrital da CDU. Esta iniciativa, que se realizou no Auditório da Reitoria da Universidade do Porto, contou com a participação de Albano Nunes, da Comissão Política do PCP.
Durante o encontro, Albano Nunes sublinhou que «só a luta poderá impedir que venham a concretizar-se as políticas ditas de austeridade e de emagrecimento do Estado» que o Governo PS pretende implementar.
Referindo-se às goradas negociações para uma coligação de esquerda em Lisboa, o dirigente comunista considerou que elas não chegaram a bom porto devido a «propósitos pouco sérios» do PS, que visaria, assim, «responsabilizar o PCP por eventuais vitórias dos partidos da direita e tentar drenar o eleitorado da CDU para as candidaturas socialistas».
Há também, disse, propósitos «pouco sérios» do BE, «que enredado no mais descabelado oportunismo eleitoralista, navega entre os ataques anti-comunistas à CDU e a desculpabilização das malfeitorias do PS e seu favorecimento eleitoral.
Criticou ainda o cabeça de lista do PS no Porto, Francisco Assis, que «com a maior lata» terá dito que «quem quiser mudar o estado de coisas vota no PS, como se estivessem esquecidas as desastrosas gestões protagonizadas por Fernando Gomes, Nuno Cardoso e outros».
No Encontro Distrital da CDU do Porto foi aprovada uma declaração de princípios dos seus candidatos, que assumem o compromisso de lutar pelo carácter público dos serviços municipais, defesa do ambiente, políticas de planeamento correctas e participação das populações na vida autárquica.
Durante o encontro, Albano Nunes sublinhou que «só a luta poderá impedir que venham a concretizar-se as políticas ditas de austeridade e de emagrecimento do Estado» que o Governo PS pretende implementar.
Referindo-se às goradas negociações para uma coligação de esquerda em Lisboa, o dirigente comunista considerou que elas não chegaram a bom porto devido a «propósitos pouco sérios» do PS, que visaria, assim, «responsabilizar o PCP por eventuais vitórias dos partidos da direita e tentar drenar o eleitorado da CDU para as candidaturas socialistas».
Há também, disse, propósitos «pouco sérios» do BE, «que enredado no mais descabelado oportunismo eleitoralista, navega entre os ataques anti-comunistas à CDU e a desculpabilização das malfeitorias do PS e seu favorecimento eleitoral.
Criticou ainda o cabeça de lista do PS no Porto, Francisco Assis, que «com a maior lata» terá dito que «quem quiser mudar o estado de coisas vota no PS, como se estivessem esquecidas as desastrosas gestões protagonizadas por Fernando Gomes, Nuno Cardoso e outros».
No Encontro Distrital da CDU do Porto foi aprovada uma declaração de princípios dos seus candidatos, que assumem o compromisso de lutar pelo carácter público dos serviços municipais, defesa do ambiente, políticas de planeamento correctas e participação das populações na vida autárquica.