Santiago do Cacém está no caminho certo!
Centenas de pessoas participaram, na passada semana, na apresentação dos cabeças de lista da CDU para a Câmara e Assembleia Municipal de Santiago do Cacém.
Foram criadas «brutais limitações orçamentais e financeiras às autarquias
Com a determinação de criar novos cenários e caminhos de desenvolvimento para a região, Vítor Proença, cabeça de lista da CDU para a Câmara Municipal de Santiago do Cacém, salientou, no início da sua intervenção, ao rever os propósitos anunciados há quatro anos para o presente mandato autárquico, «o imenso trabalho que os eleitos da CDU desenvolveram no nosso município com o indispensável apoio dos trabalhadores da autarquia», nomeadamente na reorganização dos serviços camarários, criando quatro novas divisões - Gestão Urbanística, Ordenamento do Território e Projecto, Desenvolvimento Económico e Turismo e Educação, Acção Social e Saúde.
«Simultaneamente investimos fortemente nas tecnologias de informação, na rede estruturada, nos novos sistemas de pagamento como são exemplo a taxa conservação de esgotos, a cobrança de água e o pagamento por “Multibanco”, reduzindo as deslocações dos munícipes», disse, sublinhando que se reduziu as esperas nos atendimento, «solucionando problemas, agilizando procedimentos, conduzindo a uma redução radical das antigas “filas” de espera em dias de atendimento».
Recordando que no actual mandato foram criadas «brutais limitações orçamentais e financeiras às autarquias», Vítor Proença destacou que «a obra está à vista», num investimento directo que ronda os 10 milhões de euros. «Foi neste mandato que reforçámos a rede de equipamentos, através de iniciativa própria ou com o apoio da Câmara Municipal a outras entidades: Piscinas Municipais, a Biblioteca de Santo André e o novo Quartel da GNR em Santiago, o novo Quartel dos Bombeiros de Santo André, o novo Centro de Dia de Alvalade, o Lar de Ermidas, o Pavilhão Gimnodesportivo do JAC, a nova Sala de Convívio de Santo André Aldeia, prevendo-se para Junho, após a Santiagro, o início da construção do novo auditório, com cinema, na Cidade de Santiago do Cacém, com capacidade para 260 pessoas, cuja obra já se encontra adjudicada», declarou.
Para o próximo ano, anunciou, várias outras obras estão já em fase de conclusão.
Sonhar sem limites
Realçando que o projecto da CDU incentiva a participação das pessoas, respeita a representação proporcional e o funcionamento colegial e democrático dos órgãos, Vítor Proença lembrou ainda que, nas últimas eleições, a CDU ganhou com maioria relativa, partilhando, pela primeira vez, um regime de permanência com um vereador representante de outra força política.
«Mas houve quem ambicionasse um mandato incendiado. Fizemos de tudo, mas mesmo tudo, para não transportar para a vida pública a maledicência e o “mentiredo”, antes pugnado pelo funcionamento regular e dinâmico da Câmara Municipal, esquivando-nos a entrar na “chicana política” e na “politiquice agitadora” que outros tentaram. Não respondemos a calúnias, à difamação e aos boatos que regularmente foram postos a circular. Mantivemo-nos tranquilos a trabalhar. Sempre em prol das populações», disse o autarca do PCP.
Vítor Proença, no final da sua intervenção, bastante aplaudida pelas centenas de pessoas que ali se concentraram, pediu uma maioria expressiva que permita eleger quatro eleitos e governar com estabilidade.
«Queremos exercer o poder de sonhar sem limites e capacidade de transformar sonhos em objectivos, planos e acções para torná-los realidade. Oferecemos o nosso poder de iniciativa, criatividade e ousadia e também de responsabilidade, para empreender um mundo onde as pessoas possam viver melhor», concluiu.
Na iniciativa, que contou com a participação de Jerónimo de Sousa, secretário-geral do PCP, foram ainda apresentados os cabeças de lista da CDU para a junta de freguesia de Santo André, Santa Cruz, S. Francisco da Serra, Santiago do Cacém, S. Bartolomeu da Serra, Abela, Ermidas do Sado, Alvalade, S. Domingos, Vale de Água e Cercal do Alentejo.
Cabeças de lista da CDU
Desenvolver e mudar o concelho
A candidatura da CDU à Câmara e Assembleia Municipal de Santiago do Cacém está empenhada em desenvolver e mudar Santiago do Cacém para melhor. Vítor Proença, Câmara Municipal, Sérgio Bento, Assembleia Municipal, e António Chaínho, mandatário concelhio da CDU, são as caras de um projecto com provas dadas, com futuro.
Câmara Municipal
Junto das população
Vítor Manuel Chaves Caro Proença nasceu em Luanda a 30 de Outubro de 1956. Reside actualmente na cidade de Santiago do Cacém, é empresário na área de Marketing, e desenvolveu a sua actividade profissional no sector empresarial onde desempenhou funções de gestor. Entre 1994 e 1997 foi professor dos cursos de comunicação da Escola Profissional Bento de Jesus Caraça.
É membro do PCP desde Novembro de 1976 e pertence à Comissão Concelhia de Santiago do Cacém. Foi vereador da Câmara Municipal entre Janeiro de 1998 e Janeiro de 2002, com os pelouros da Cultura, Educação, Desporto, Acção Social e Comunicação.
É, desde Janeiro de 2002, presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém. É, igualmente, presidente da Associação de Municípios do Litoral Alentejano (AMLA) e integra a Direcção Executiva da Associação «Porta Atlântica».
É pai de uma rapariga de 12 anos e de um rapaz de 5 anos. Amante da leitura, do teatro e da música, tem pelo fado e pela guitarra portuguesa um fascínio especial. Um dos seus maiores prazeres é a gastronomia da região, o convívio com os amigos e passear a pé junto ao mar.
É sócio da Cercisiago, Sociedade Harmonia e Bombeiros Voluntários de Santiago do Cacém.
Assembleia Municipal
Transformar a sociedade
Sérgio Baptista Pereira Bento é membro da Assembleia Municipal de Santiago do Cacém desde 1981 e presidente deste órgão deliberativo desde 1985. É natural de Santiago do Cacém onde cresceu e estudou até ao 5.º ano dos Liceus.
Foi aluno do Liceu Nacional de Diogo de Gouveia, em Beja, entre 1971 e 1973. Concluiu o grau de Licenciatura pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa em 1980. Fez Pós-Graduações pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação de Lisboa e pela Universidade do Minho.
Foi delegado sindical e dirigente do Sindicato dos Professores da Grande Lisboa, é docente profissionalizado e especializado, e exerce funções de coordenação e supervisão educativa e como formador de professores.
Iniciou a sua actividade política por volta de 1972, no Movimento Democrático do Distrito de Setúbal, na clandestinidade. É militante do PCP desde os 19 anos, tendo passado pela União de Estudantes Comunistas entre 1975 e 1976.
Tem 49 anos, é casado e tem um filho com 20 anos. Reside em Santiago do Cacém e quando pode, passa algum tempo livre no «monte», em S. Francisco da Serra.
Gosta da Natureza em estado bruto e de coisas bonitas. Tem hoje, cada vez mais, forte convicção de que é possível e necessário, embora difícil, transformar a sociedade em que vivemos, numa sociedade justa, fraterna e solidária, em que cada um possa dar de acordo com as suas possibilidades e ter de acordo com as suas necessidades.
Mandatário Concelhio da CDU
Trabalho realizado
«Aceitei ser mandatário desta campanha, porque tenho acompanhado o trabalho realizado pela CDU nos últimos anos e considero-o bastante positivo. Santiago do Cacém é, a nível nacional, um dos municípios ue mais tem crescido a nível cultural, fruto do empenhamento dos autarcas da CDU», diz António Chaínho, mandatário concelhio da CDU.
Quando saiu da tropa, estava decidido que o seu destino seria a guitarra portuguesa. Corriam os anos 60 e António Chaínho, alentejano, e no vigor dos 20 anos logo demonstrou o seu virtuosismo nas doze cordas. Para trás ficava o café dos pais, em S. Francisco da Serra, onde, aos oito anos, se tinha iniciado nas lides. O pai manejava a guitarra com destreza e o filho, aos 13 anos, já se apresentava em público.
Estreia-se na casa de fados «A Severa», em meados dos anos 60. Quando acompanha grandes nomes do fado, Mestre Chaínho começa a deixar marcas na história da guitarra portuguesa. Ela seria a sua noiva para o resto da vida. E, desde ai, não se cansou de a mostrar ao resto do mundo.
As guitarras não têm que gemer baixinho e António Chaínho assume por isso o risco de enveredar por uma carreira a solo. Com a modéstia que é reconhecida aos grandes, chama os maiores artistas para cantar e tocar consigo, confirmando que a sua missão é levar pelos quatro cantos do mundo a sua «amada». Grava «Solos de Chaínho», «Guitarra Portuguesa – Com Orquestra Sinfónica de Lisboa», «A Guitarra e Outras Mulheres» e «Lisboa Rio».
Actua em recitais por todo o mundo: a solo ou dividindo o palco com Paço de Lúcia ou John Williams; em concertos isolados ou em festivais dedicados à guitarra. Explora novas direcções para o fado e experimenta o contacto com outras culturas e abre a guitarra portuguesa à voz de cantores, nacionais e internacionais.
Chaínho é convidado para acompanhar as maiores vozes contemporâneas: José Carreras, Adriana Calcanhoto e Maria Bethânia. No Brasil, em Itália, ou no Japão, António Chaínho insiste em divulgar a guitarra portuguesa. Em Portugal é mentor do projecto: Casa do Fado e da Guitarra Portuguesa.
Incansável na reinvenção da guitarra portuguesa, António Chaínho, desde cedo, entendeu fazer a ponte entre a tradição e a modernidade, única forma de resgatar o instrumento mais português ao esquecimento. Afinal, ainda há noivas assim!
«Simultaneamente investimos fortemente nas tecnologias de informação, na rede estruturada, nos novos sistemas de pagamento como são exemplo a taxa conservação de esgotos, a cobrança de água e o pagamento por “Multibanco”, reduzindo as deslocações dos munícipes», disse, sublinhando que se reduziu as esperas nos atendimento, «solucionando problemas, agilizando procedimentos, conduzindo a uma redução radical das antigas “filas” de espera em dias de atendimento».
Recordando que no actual mandato foram criadas «brutais limitações orçamentais e financeiras às autarquias», Vítor Proença destacou que «a obra está à vista», num investimento directo que ronda os 10 milhões de euros. «Foi neste mandato que reforçámos a rede de equipamentos, através de iniciativa própria ou com o apoio da Câmara Municipal a outras entidades: Piscinas Municipais, a Biblioteca de Santo André e o novo Quartel da GNR em Santiago, o novo Quartel dos Bombeiros de Santo André, o novo Centro de Dia de Alvalade, o Lar de Ermidas, o Pavilhão Gimnodesportivo do JAC, a nova Sala de Convívio de Santo André Aldeia, prevendo-se para Junho, após a Santiagro, o início da construção do novo auditório, com cinema, na Cidade de Santiago do Cacém, com capacidade para 260 pessoas, cuja obra já se encontra adjudicada», declarou.
Para o próximo ano, anunciou, várias outras obras estão já em fase de conclusão.
Sonhar sem limites
Realçando que o projecto da CDU incentiva a participação das pessoas, respeita a representação proporcional e o funcionamento colegial e democrático dos órgãos, Vítor Proença lembrou ainda que, nas últimas eleições, a CDU ganhou com maioria relativa, partilhando, pela primeira vez, um regime de permanência com um vereador representante de outra força política.
«Mas houve quem ambicionasse um mandato incendiado. Fizemos de tudo, mas mesmo tudo, para não transportar para a vida pública a maledicência e o “mentiredo”, antes pugnado pelo funcionamento regular e dinâmico da Câmara Municipal, esquivando-nos a entrar na “chicana política” e na “politiquice agitadora” que outros tentaram. Não respondemos a calúnias, à difamação e aos boatos que regularmente foram postos a circular. Mantivemo-nos tranquilos a trabalhar. Sempre em prol das populações», disse o autarca do PCP.
Vítor Proença, no final da sua intervenção, bastante aplaudida pelas centenas de pessoas que ali se concentraram, pediu uma maioria expressiva que permita eleger quatro eleitos e governar com estabilidade.
«Queremos exercer o poder de sonhar sem limites e capacidade de transformar sonhos em objectivos, planos e acções para torná-los realidade. Oferecemos o nosso poder de iniciativa, criatividade e ousadia e também de responsabilidade, para empreender um mundo onde as pessoas possam viver melhor», concluiu.
Na iniciativa, que contou com a participação de Jerónimo de Sousa, secretário-geral do PCP, foram ainda apresentados os cabeças de lista da CDU para a junta de freguesia de Santo André, Santa Cruz, S. Francisco da Serra, Santiago do Cacém, S. Bartolomeu da Serra, Abela, Ermidas do Sado, Alvalade, S. Domingos, Vale de Água e Cercal do Alentejo.
Cabeças de lista da CDU
Desenvolver e mudar o concelho
A candidatura da CDU à Câmara e Assembleia Municipal de Santiago do Cacém está empenhada em desenvolver e mudar Santiago do Cacém para melhor. Vítor Proença, Câmara Municipal, Sérgio Bento, Assembleia Municipal, e António Chaínho, mandatário concelhio da CDU, são as caras de um projecto com provas dadas, com futuro.
Câmara Municipal
Junto das população
Vítor Manuel Chaves Caro Proença nasceu em Luanda a 30 de Outubro de 1956. Reside actualmente na cidade de Santiago do Cacém, é empresário na área de Marketing, e desenvolveu a sua actividade profissional no sector empresarial onde desempenhou funções de gestor. Entre 1994 e 1997 foi professor dos cursos de comunicação da Escola Profissional Bento de Jesus Caraça.
É membro do PCP desde Novembro de 1976 e pertence à Comissão Concelhia de Santiago do Cacém. Foi vereador da Câmara Municipal entre Janeiro de 1998 e Janeiro de 2002, com os pelouros da Cultura, Educação, Desporto, Acção Social e Comunicação.
É, desde Janeiro de 2002, presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém. É, igualmente, presidente da Associação de Municípios do Litoral Alentejano (AMLA) e integra a Direcção Executiva da Associação «Porta Atlântica».
É pai de uma rapariga de 12 anos e de um rapaz de 5 anos. Amante da leitura, do teatro e da música, tem pelo fado e pela guitarra portuguesa um fascínio especial. Um dos seus maiores prazeres é a gastronomia da região, o convívio com os amigos e passear a pé junto ao mar.
É sócio da Cercisiago, Sociedade Harmonia e Bombeiros Voluntários de Santiago do Cacém.
Assembleia Municipal
Transformar a sociedade
Sérgio Baptista Pereira Bento é membro da Assembleia Municipal de Santiago do Cacém desde 1981 e presidente deste órgão deliberativo desde 1985. É natural de Santiago do Cacém onde cresceu e estudou até ao 5.º ano dos Liceus.
Foi aluno do Liceu Nacional de Diogo de Gouveia, em Beja, entre 1971 e 1973. Concluiu o grau de Licenciatura pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa em 1980. Fez Pós-Graduações pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação de Lisboa e pela Universidade do Minho.
Foi delegado sindical e dirigente do Sindicato dos Professores da Grande Lisboa, é docente profissionalizado e especializado, e exerce funções de coordenação e supervisão educativa e como formador de professores.
Iniciou a sua actividade política por volta de 1972, no Movimento Democrático do Distrito de Setúbal, na clandestinidade. É militante do PCP desde os 19 anos, tendo passado pela União de Estudantes Comunistas entre 1975 e 1976.
Tem 49 anos, é casado e tem um filho com 20 anos. Reside em Santiago do Cacém e quando pode, passa algum tempo livre no «monte», em S. Francisco da Serra.
Gosta da Natureza em estado bruto e de coisas bonitas. Tem hoje, cada vez mais, forte convicção de que é possível e necessário, embora difícil, transformar a sociedade em que vivemos, numa sociedade justa, fraterna e solidária, em que cada um possa dar de acordo com as suas possibilidades e ter de acordo com as suas necessidades.
Mandatário Concelhio da CDU
Trabalho realizado
«Aceitei ser mandatário desta campanha, porque tenho acompanhado o trabalho realizado pela CDU nos últimos anos e considero-o bastante positivo. Santiago do Cacém é, a nível nacional, um dos municípios ue mais tem crescido a nível cultural, fruto do empenhamento dos autarcas da CDU», diz António Chaínho, mandatário concelhio da CDU.
Quando saiu da tropa, estava decidido que o seu destino seria a guitarra portuguesa. Corriam os anos 60 e António Chaínho, alentejano, e no vigor dos 20 anos logo demonstrou o seu virtuosismo nas doze cordas. Para trás ficava o café dos pais, em S. Francisco da Serra, onde, aos oito anos, se tinha iniciado nas lides. O pai manejava a guitarra com destreza e o filho, aos 13 anos, já se apresentava em público.
Estreia-se na casa de fados «A Severa», em meados dos anos 60. Quando acompanha grandes nomes do fado, Mestre Chaínho começa a deixar marcas na história da guitarra portuguesa. Ela seria a sua noiva para o resto da vida. E, desde ai, não se cansou de a mostrar ao resto do mundo.
As guitarras não têm que gemer baixinho e António Chaínho assume por isso o risco de enveredar por uma carreira a solo. Com a modéstia que é reconhecida aos grandes, chama os maiores artistas para cantar e tocar consigo, confirmando que a sua missão é levar pelos quatro cantos do mundo a sua «amada». Grava «Solos de Chaínho», «Guitarra Portuguesa – Com Orquestra Sinfónica de Lisboa», «A Guitarra e Outras Mulheres» e «Lisboa Rio».
Actua em recitais por todo o mundo: a solo ou dividindo o palco com Paço de Lúcia ou John Williams; em concertos isolados ou em festivais dedicados à guitarra. Explora novas direcções para o fado e experimenta o contacto com outras culturas e abre a guitarra portuguesa à voz de cantores, nacionais e internacionais.
Chaínho é convidado para acompanhar as maiores vozes contemporâneas: José Carreras, Adriana Calcanhoto e Maria Bethânia. No Brasil, em Itália, ou no Japão, António Chaínho insiste em divulgar a guitarra portuguesa. Em Portugal é mentor do projecto: Casa do Fado e da Guitarra Portuguesa.
Incansável na reinvenção da guitarra portuguesa, António Chaínho, desde cedo, entendeu fazer a ponte entre a tradição e a modernidade, única forma de resgatar o instrumento mais português ao esquecimento. Afinal, ainda há noivas assim!