O último adeus
Milhares de pessoas prestaram a última homenagem ao dirigente comunista grego, Harilaos Florakis, falecido em 22 de Maio, com 91 anos.
No funeral, realizado na sexta-feira, dia 26, estiveram presentes o Presidente da República da Grécia, o primeiro-ministro, os líderes de todos os partidos políticos, o embaixador de Cuba, bem como os secretários-gerais do AKEL e do Partido Comunista Libanês. O PCP fez-se representar pelo camarada Albano Nunes, membro da Comissão Política do Partido.
Na véspera, milhares de pessoas passaram pela sede nacional do Partido Comunista da Grécia, onde esteve exposto o corpo do antigo secretário-geral, cujo desaparecimento oi assinalado com tristeza em centenas de mensagens de condolências enviadas por partidos comunistas e operários, forças e movimentos imperialistas, sindicatos e figuras públicas de diferentes países.
Na sua carta de despedida, escrita e enviada em Setembro 1994 à secretária-geral do KKE, Aleka Papariga, cujo conteúdo foi agora revelado, Florakis refere:
«Não considero esta carta como um testamento porque não tenho nada para legar. Todos os meus pertences dei-os ao Partido, ao Partido Comunista da Grécia, com os seus bem conhecidos símbolos, a sua ideologia marxista-leninista, o seu programa e o seus princípios. Também nada tenho para deixar politicamente. Tudo que tinha dei-o ao longo da minha intervenção específica. Não considero apropriado deixar conselhos políticos.
Expressando o desejo de «regressar e ser sepultado na terra onde nasci, em Paliozaglopi, Ailia», Florakis sublinhou: «Não quero discursos ou nem coroas fúnebres. Estes devem converter-se em ajudas ao Partido».
Condolências de Jerónimo de Sousa
Impossibilitado de se integrar nas cerimónias fúnebres, o secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, endereçou à secretária-geral do KKE, a seguinte mensagem:
«Neste momento de tristeza pela perda do camarada Harilaos Florakis, dirigente histórico do vosso partido e um grande lutador pela liberdade, a democracia e o socialismo na Grécia, quer transmitir-lhe, em meu nome pessoal, e em nome dos comunistas portugueses, as nossa sentidas condolências e solidariedade.»
Mensagem
de Álvaro Cunhal
Na mensagem que dirigiu ao Comité Central do KKE, Álvaro Cunhal afirma:
«A minha solidariedade e o meu abraço fraterno aos comunistas gregos, certo de que a grande causa da liberdade e do comunismo, a que o camarada Florakis consagrou a vida, triunfará pela luta dos trabalhadores e dos povos e a sua solidariedade internacionalista.»
Na véspera, milhares de pessoas passaram pela sede nacional do Partido Comunista da Grécia, onde esteve exposto o corpo do antigo secretário-geral, cujo desaparecimento oi assinalado com tristeza em centenas de mensagens de condolências enviadas por partidos comunistas e operários, forças e movimentos imperialistas, sindicatos e figuras públicas de diferentes países.
Na sua carta de despedida, escrita e enviada em Setembro 1994 à secretária-geral do KKE, Aleka Papariga, cujo conteúdo foi agora revelado, Florakis refere:
«Não considero esta carta como um testamento porque não tenho nada para legar. Todos os meus pertences dei-os ao Partido, ao Partido Comunista da Grécia, com os seus bem conhecidos símbolos, a sua ideologia marxista-leninista, o seu programa e o seus princípios. Também nada tenho para deixar politicamente. Tudo que tinha dei-o ao longo da minha intervenção específica. Não considero apropriado deixar conselhos políticos.
Expressando o desejo de «regressar e ser sepultado na terra onde nasci, em Paliozaglopi, Ailia», Florakis sublinhou: «Não quero discursos ou nem coroas fúnebres. Estes devem converter-se em ajudas ao Partido».
Condolências de Jerónimo de Sousa
Impossibilitado de se integrar nas cerimónias fúnebres, o secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, endereçou à secretária-geral do KKE, a seguinte mensagem:
«Neste momento de tristeza pela perda do camarada Harilaos Florakis, dirigente histórico do vosso partido e um grande lutador pela liberdade, a democracia e o socialismo na Grécia, quer transmitir-lhe, em meu nome pessoal, e em nome dos comunistas portugueses, as nossa sentidas condolências e solidariedade.»
Mensagem
de Álvaro Cunhal
Na mensagem que dirigiu ao Comité Central do KKE, Álvaro Cunhal afirma:
«A minha solidariedade e o meu abraço fraterno aos comunistas gregos, certo de que a grande causa da liberdade e do comunismo, a que o camarada Florakis consagrou a vida, triunfará pela luta dos trabalhadores e dos povos e a sua solidariedade internacionalista.»