Programa Eleitoral da CDU Lisboa
No quadro do trabalho de afirmação e do seu Projecto para a Cidade de Lisboa, a CDU apresentou, sexta-feira, o seu Programa Eleitoral.
A instalação da Feira Popular nos terrenos da Docapesca e a construção do Túnel do Marquês apenas até à Rua Castilho são algumas das propostas do programa da candidatura da CDU à Câmara de Lisboa.
«A CDU propõe-se concretizar a implantação da Feira Popular em local que considera adequado: a envolvente da antiga Docapesca, após os necessários estudos e negociações», adiantou o candidato da CDU à presidência da Câmara de Lisboa, Ruben de Carvalho.
Sob o lema «Soluções para Lisboa - Primeiro a Cidade», o programa da CDU propõe «corrigir as más políticas que a direita concretizou contra a cidade, a começar pela especulação imobiliária».
Um dos exemplos da obra da coligação PSD-CDS/PP, liderada por Pedro Santana Lopes, é o Túnel do Marquês, que a CDU considera «um atentado contra a qualidade de vida na cidade».
A CDU defende que a infra-estrutura, cuja construção está prevista até ao Marquês de Pombal e com uma saída para a Avenida Fontes Pereira de Melo, se limite ao prolongamento do já existente Túnel das Amoreiras, fazendo o desnivelamento na Rua da Artilharia Um e na Rua Castilho.
Sobre outra obra carismática da gestão de Santana Lopes, a requalificação do Parque Mayer, a CDU promete um plano de pormenor para a área.
Primeiro a «redefinição de acordos com privados, em defesa do interesse público», depois a «manutenção da actividade artística» e finalmente a «protecção do Jardim Botânico», sustentou o candidato do PCP.
Sublinhando que «os quatro anos de gestão de Santana Lopes e Carmona Rodrigues no município da capital geraram novos e específicos problemas na cidade», Ruben de Carvalho acredita que «a próxima administração autárquica de Lisboa tem pela frente um gigantesco encargo de fazer e a urgente necessidade de corrigir».
A CDU distingue a sua candidatura das dos outros partidos, frisando que «todos os restantes estão, infelizmente, ou estiveram em conluio entre si e contra os interesses da cidade: o CDS, o PSD, ou o PS e o BE».
Também o presidente da Assembleia Municipal de Lisboa e candidato à presidência deste órgão municipal, Modesto Navarro, aponta o dedo em todas as direcções. «Defendemos Lisboa contra a barbárie de Santana Lopes e Carmona Rodrigues e contra as cedências e namoros do PS e do BE à direita», afirmou Modesto Navarro.
A candidatura da CDU pugna ainda pela renovação das zonas obsoletas, pela conservação e renovação dos edifícios, pelo aumento do emprego, pela aproximação dos munícipes à administração camarária e por uma maior descentralização ao nível das juntas de freguesia.
Os jovens são outra prioridade do programa da CDU, que propõe a criação de casas da juventude e um maior acesso à habitação.
No urbanismo e mobilidade, defende o respeito pelas regras de planeamento e conclusão do processo de revisão do Plano Director Municipal, além do aumento dos estacionamentos à entrada de Lisboa e a construção de silos nas zonas históricas.
A nível ambiental, a CDU defende a concretização do corredor verde de cidade, enquanto na cultura promete criar um festival multi-cultural «Lisboa Cidade de Abril e do Tejo», a realizar em Abril e Maio.
No desporto, o regresso dos Jogos de Lisboa e a recuperação do Pavilhão Carlos Lopes são algumas das medidas da CDU, que na área da Educação propõe a requalificação das escolas do primeiro ciclo e jardins-de-infância e a expansão da rede de equipamentos escolares e para a juventude.
«A CDU propõe-se concretizar a implantação da Feira Popular em local que considera adequado: a envolvente da antiga Docapesca, após os necessários estudos e negociações», adiantou o candidato da CDU à presidência da Câmara de Lisboa, Ruben de Carvalho.
Sob o lema «Soluções para Lisboa - Primeiro a Cidade», o programa da CDU propõe «corrigir as más políticas que a direita concretizou contra a cidade, a começar pela especulação imobiliária».
Um dos exemplos da obra da coligação PSD-CDS/PP, liderada por Pedro Santana Lopes, é o Túnel do Marquês, que a CDU considera «um atentado contra a qualidade de vida na cidade».
A CDU defende que a infra-estrutura, cuja construção está prevista até ao Marquês de Pombal e com uma saída para a Avenida Fontes Pereira de Melo, se limite ao prolongamento do já existente Túnel das Amoreiras, fazendo o desnivelamento na Rua da Artilharia Um e na Rua Castilho.
Sobre outra obra carismática da gestão de Santana Lopes, a requalificação do Parque Mayer, a CDU promete um plano de pormenor para a área.
Primeiro a «redefinição de acordos com privados, em defesa do interesse público», depois a «manutenção da actividade artística» e finalmente a «protecção do Jardim Botânico», sustentou o candidato do PCP.
Sublinhando que «os quatro anos de gestão de Santana Lopes e Carmona Rodrigues no município da capital geraram novos e específicos problemas na cidade», Ruben de Carvalho acredita que «a próxima administração autárquica de Lisboa tem pela frente um gigantesco encargo de fazer e a urgente necessidade de corrigir».
A CDU distingue a sua candidatura das dos outros partidos, frisando que «todos os restantes estão, infelizmente, ou estiveram em conluio entre si e contra os interesses da cidade: o CDS, o PSD, ou o PS e o BE».
Também o presidente da Assembleia Municipal de Lisboa e candidato à presidência deste órgão municipal, Modesto Navarro, aponta o dedo em todas as direcções. «Defendemos Lisboa contra a barbárie de Santana Lopes e Carmona Rodrigues e contra as cedências e namoros do PS e do BE à direita», afirmou Modesto Navarro.
A candidatura da CDU pugna ainda pela renovação das zonas obsoletas, pela conservação e renovação dos edifícios, pelo aumento do emprego, pela aproximação dos munícipes à administração camarária e por uma maior descentralização ao nível das juntas de freguesia.
Os jovens são outra prioridade do programa da CDU, que propõe a criação de casas da juventude e um maior acesso à habitação.
No urbanismo e mobilidade, defende o respeito pelas regras de planeamento e conclusão do processo de revisão do Plano Director Municipal, além do aumento dos estacionamentos à entrada de Lisboa e a construção de silos nas zonas históricas.
A nível ambiental, a CDU defende a concretização do corredor verde de cidade, enquanto na cultura promete criar um festival multi-cultural «Lisboa Cidade de Abril e do Tejo», a realizar em Abril e Maio.
No desporto, o regresso dos Jogos de Lisboa e a recuperação do Pavilhão Carlos Lopes são algumas das medidas da CDU, que na área da Educação propõe a requalificação das escolas do primeiro ciclo e jardins-de-infância e a expansão da rede de equipamentos escolares e para a juventude.