Devolver a cidade ao povo
Construir o futuro e dar voz aos cidadãos são as linhas de força das candidaturas da CDU em Évora, apresentadas sexta-feira da semana passada numa iniciativa em que participou Jerónimo de Sousa.
«Uma grande força autárquica que alicerça a sua acção nos valores de Abril»
Uma hora antes do início da sessão, já o espaço do Café Arcada se encontrava quase lotado, entusiasmo que se estendia porta-fora até às arcadas da Praça do Giraldo.
Antes de ser dado a conhecer o cabeça de lista à Câmara Municipal, tempo ainda para serem apresentados os primeiros candidatos às quatro freguesias mais populosas do concelho e o candidato à Assembleia Municipal, Abílio Fernandes.
Maria Rebelo, Francisco Silva, Maria Fernandes e Zulmira Gaspar, aceitaram o desafio de concorrer às juntas de Bacelo, Horta das Figueiras, Malagueira e Senhora da Saúde, respectivamente.
Em seguida, numa intervenção saudada com a certeza de quem se pode orgulhar do trabalho realizado, Abílio Fernandes destacou a obra semeada durante 25 anos de gestão CDU afirmando que «apresentamo-nos de cabeça erguida».
Eborenses merecem mais e melhor
Saudando todos os presentes, o cabeça de lista da CDU à edilidade eborense, João Andrade Santos, sublinhou «a riquíssima vivência colectiva dos últimos 30 anos», factor que considerou ter feito «da nossa cidade um dos locais onde é um privilégio viver e trabalhar».
Alertando para os «tempos que se avizinham ainda mais duros», João Santos desvendou as grandes linhas da candidatura a uma cidade que se quer «de trabalho, de cultura, de bem-estar, de liberdade e de intensa participação cívica dos seus cidadãos», valores que exigem do futuro «maior criatividade, maior rigor e capacidade técnica, maior transparência e abertura às opiniões e vontade dos cidadãos, cuja intervenção participativa teremos que mobilizar mais e mais».
«É por isso, também, que consideramos impensável que a gestão da cidade se continue a processar sem transparência, em ambiente de secretismo», continuou o candidato fazendo referência aos últimos quatro anos de gestão do PS na autarquia que, acusou, manteve «boa parte do território do concelho parado no tempo».
Feito o diagnóstico e apontados os responsáveis, João Santos explicou que é necessário que Évora «se torne num pólo de atracção capaz de mobilizar pessoas, ideias, investimentos e, sobretudo, talentos, revitalizando o tecido económico, fixando população jovem», vectores fundamentais para elevar a qualidade de vida de toda a população.
A firmeza de um projecto de Abril
A encerrar a iniciativa, Jerónimo de Sousa, secretário-geral do PCP, apelou ao «envolvimento de todos os activistas da CDU na concretização dos objectivos eleitorais», até porque, Évora merece outro caminho que não a «gestão burocrática do PS sem alma e sem rasgo» e já vai sendo «hora das populações do concelho reflectirem sobre a importância de promover uma viragem na vida do seu concelho, apoiando a única alternativa credível».
Credível porque, reforçou Jerónimo de Sousa, «vamos travar esta batalha convictos da validade e actualidade do nosso projecto autárquico», mas também ganhadora na medida em que «olhamos em frente com a segurança de quem tem na sua intervenção passada a melhor prova de estar em condições de assegurar para diante a mesma qualidade, dedicação e isenção postas ao serviço das populações», continuou.
O secretário-geral do PCP lembrou ainda «que é necessário dar firme combate à perversão das características essenciais do poder local democrático».
Referindo-se às «pretensões hegemónicas» do PS e PSD, Jerónimo de Sousa esclareceu que «nos últimos 20 anos, apenas se realizaram quatro eleições intercalares para municípios e sempre em resultado de irregularidades ou desavenças no seio da força maioritária».
A terminar, Jerónimo deixou a determinação de quem é uma grande força autárquica nacional porque alicerça a sua acção nos valores de Abril.
Antes de ser dado a conhecer o cabeça de lista à Câmara Municipal, tempo ainda para serem apresentados os primeiros candidatos às quatro freguesias mais populosas do concelho e o candidato à Assembleia Municipal, Abílio Fernandes.
Maria Rebelo, Francisco Silva, Maria Fernandes e Zulmira Gaspar, aceitaram o desafio de concorrer às juntas de Bacelo, Horta das Figueiras, Malagueira e Senhora da Saúde, respectivamente.
Em seguida, numa intervenção saudada com a certeza de quem se pode orgulhar do trabalho realizado, Abílio Fernandes destacou a obra semeada durante 25 anos de gestão CDU afirmando que «apresentamo-nos de cabeça erguida».
Eborenses merecem mais e melhor
Saudando todos os presentes, o cabeça de lista da CDU à edilidade eborense, João Andrade Santos, sublinhou «a riquíssima vivência colectiva dos últimos 30 anos», factor que considerou ter feito «da nossa cidade um dos locais onde é um privilégio viver e trabalhar».
Alertando para os «tempos que se avizinham ainda mais duros», João Santos desvendou as grandes linhas da candidatura a uma cidade que se quer «de trabalho, de cultura, de bem-estar, de liberdade e de intensa participação cívica dos seus cidadãos», valores que exigem do futuro «maior criatividade, maior rigor e capacidade técnica, maior transparência e abertura às opiniões e vontade dos cidadãos, cuja intervenção participativa teremos que mobilizar mais e mais».
«É por isso, também, que consideramos impensável que a gestão da cidade se continue a processar sem transparência, em ambiente de secretismo», continuou o candidato fazendo referência aos últimos quatro anos de gestão do PS na autarquia que, acusou, manteve «boa parte do território do concelho parado no tempo».
Feito o diagnóstico e apontados os responsáveis, João Santos explicou que é necessário que Évora «se torne num pólo de atracção capaz de mobilizar pessoas, ideias, investimentos e, sobretudo, talentos, revitalizando o tecido económico, fixando população jovem», vectores fundamentais para elevar a qualidade de vida de toda a população.
A firmeza de um projecto de Abril
A encerrar a iniciativa, Jerónimo de Sousa, secretário-geral do PCP, apelou ao «envolvimento de todos os activistas da CDU na concretização dos objectivos eleitorais», até porque, Évora merece outro caminho que não a «gestão burocrática do PS sem alma e sem rasgo» e já vai sendo «hora das populações do concelho reflectirem sobre a importância de promover uma viragem na vida do seu concelho, apoiando a única alternativa credível».
Credível porque, reforçou Jerónimo de Sousa, «vamos travar esta batalha convictos da validade e actualidade do nosso projecto autárquico», mas também ganhadora na medida em que «olhamos em frente com a segurança de quem tem na sua intervenção passada a melhor prova de estar em condições de assegurar para diante a mesma qualidade, dedicação e isenção postas ao serviço das populações», continuou.
O secretário-geral do PCP lembrou ainda «que é necessário dar firme combate à perversão das características essenciais do poder local democrático».
Referindo-se às «pretensões hegemónicas» do PS e PSD, Jerónimo de Sousa esclareceu que «nos últimos 20 anos, apenas se realizaram quatro eleições intercalares para municípios e sempre em resultado de irregularidades ou desavenças no seio da força maioritária».
A terminar, Jerónimo deixou a determinação de quem é uma grande força autárquica nacional porque alicerça a sua acção nos valores de Abril.