CDU confiante na Moita

Cumprir novos ciclos de progresso

Protagonizar e cumprir um novo ciclo no rumo de desenvolvimento do concelho da Moita. Com este objectivo se apresenta às próximas eleições a CDU, sob o lema «concelho em movimento», apostada em prosseguir um trabalho que se tem distinguido pela elevação da qualidade de vida das populações.
Isto mesmo esteve patente, domingo passado, no animado e participado almoço que serviu de apresentação e lançamento das candidaturas da CDU aos diferentes órgãos autárquicos.
Em ambiente de festa, perante as cerca de mil pessoas que lotaram por completo as mesas dispostas no pavilhão municipal, João Lobo, presidente da Câmara Municipal, que encabeça a lista da CDU para um novo mandato, pondo em evidência aqueles que são traços distintivos no projecto autárquico dos comunistas e seus aliados, destacou os seus «fortes princípios na gestão dos interesses públicos», bem como a sua profunda e enraizada ligação às populações.
«Podem contar comigo com o meu entusiasmo, com a minha energia, com a minha dedicação, com o meu conhecimento», afirmou o edil e candidato à presidência da Câmara, disponível para prosseguir o notável trabalho iniciado após a Revolução do 25 de Abril, integrado «numa equipa forte e competente, dedicada à causa do serviço público e apostada em encontrar as soluções para o presente e o futuro».
Cumpridas que foram etapas essenciais do seu desenvolvimento, como a implantação das infra-estruturas e o ordenado crescimento urbanístico, o concelho da Moita vive mais um ciclo de desenvolvimento no qual as preocupações ambientais assumem um lugar de primeiro plano.
É mais essa etapa, pois, que os eleitos da CDU querem ver completada, na linha do seu projecto para aquele território ribeirinho. Um projecto do qual não se desviam e que querem «harmonioso, sustentável, identificado» com a sua História e a sua identidade cultural, sem deixar de «trilhar audaciosamente os caminhos de modernidade e do futuro», como referiu João Lobo.

Trabalho realizado

Talvez por isso tenha estado tão presente no pavilhão uma enorme e salutar confiança no futuro – alicerçada também seguramente na consciência do trabalho realizado e na qualidade das propostas e ideias - , confiança partilhada e sentida quer na atmosfera de fraternidade e camaradagem quer nas próprias intervenções proferidas após o almoço.
Foi o caso, por exemplo, de José Paleta, membro do CC e responsável pela organização concelhia, que destacou o facto de os candidatos da CDU serem homens e mulheres com provas dadas que prestigiam o projecto autárquico do PCP.
E depois de lembrar que os eleitos da CDU, «herdeiros políticos» da sua imensa obra, estão «no poder para servir e não para se servirem», aquele dirigente comunista acusou o dirigente socialista Jorge Coelho de falsear os factos e produzir um «corrilhos de mentiras» em relação ao trabalho dos comunistas e de outros democratas. Em causa estavam afirmações, ao estilo peso pesado daquele dirigente do PS, sobre o alegado «imobilismo» da CDU e seus eleitos. O que levou José Paleta a recomendar-lhe prudência na língua e um melhor estudo da geografia para não confundir a Moita nem com o concelho de Setúbal do tempo de Mata Cáceres – que teve como seu braço direito a que é hoje a cabeça de lista do PS na Moita – nem com os da Guarda ou Felgueiras, tristemente famosos pelos seus ex-presidentes socialistas.
Jorge Cordeiro, membro da Comissão Política, encerrando o período de intervenções políticas, depois de fazer uma referência ao actual quadro político e às batalhas que, em paralelo com as eleições autárquicas, se avizinham até Outubro, deteve-se a analisar alguns dos principais aspectos que distinguem o projecto da CDU e justificam, como nenhum outro, a confiança nele depositada pelas populações.
Sobre a opção que leva o PS a fazer da CDU o «seu adversário principal», Jorge Cordeiro fez notar que essa é uma realidade que surge de modo particular, «com crescente nitidez», nos municípios de maioria CDU. Trata-se, acusou, do «confronto entre um projecto de esquerda e democrático protagonizado pela CDU e uma federação de interesses de direita assumidos pelas candidaturas do PS, em torno das quais se reúnem e convergem apoios económicos e votos do PSD e do CDS/PP».


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