Seca preocupa JCP
A seca que atinge Portugal foi uma das questões abordadas pela nova Comissão Regional de Beja da JCP, que se reuniu pela primeira vez este sábado.
Os governos não apoiam o movimento associativo juvenil
A Comisão Regional de Beja da JCP – eleita em meados de Abril e que fez a sua primeira reunião no sábado – está preocupada com o período de seca, distinguindo os problemas causados pela seca como factor climático característico do País dos problemas causados pela falta de soluções políticas concretas e estruturantes «que os sucessivos governos e a sua subserviência em relação à União Europeia nos impuseram».
Em nota de imprensa, a comissão regional lembra que o Estado investiu 350 milhões de contos na Barragem do Alqueva, estrutura que contribuiria para resolver uma grande parte dos problemas da seca. No entanto, actualmente apenas existe o lado e os agricultures alentejanos ainda aguardam a construção dos canais de distribuição e das barragens intermédias, infraestruturas imprescidíveis para a distribuição da água, o combate à seca, a modernização da agricultura alentejana, a criação de emprego e a diversificação da actividade produtiva.
Por isso, a JCP considera urgente a implementação do Plano Estratégico de Desenvolvimento Regional para o Alentejo, «como motor para a resolução dos problemas com que se debatem as populações.
Associativismo
Poucos dias depois do Dia do Associativismo, assinalado a 30 de Abril, a Comissão Regional de Beja afirma que o apoio ao associativismo juvenil «nunca foi assumido como prioridade pelos governos, embora grandes campanhas publicitárias tentassem fazer crer o contrário».
Os jovens comunistas acusam os executivos de privilegiar a actividade própria da Secretaria de Estado da Juventude e do Instituto Português da Juventude, em deterimento do apoio directo ao movimento associativo juvenil, acção, iniciativa e actividades.
Recordando que nos últimos anos o PS ou o PSD inviabilizaram as propostas apresentadas pelo PCP para o Orçamento de Estado para aumentar as verbas de apoio directo à actividade do associativismo juvenil, a JCP declara que existem algumas excepções a esta prática. É o caso de algumas autarquias que «vêem na participação juvenil um pilar da democracia participativa. No entanto, é necessária uma maior descentralização de verbas do poder central para o poder local, para que este tipo de apoio seja mais efectivo e prático.»
Em nota de imprensa, a comissão regional lembra que o Estado investiu 350 milhões de contos na Barragem do Alqueva, estrutura que contribuiria para resolver uma grande parte dos problemas da seca. No entanto, actualmente apenas existe o lado e os agricultures alentejanos ainda aguardam a construção dos canais de distribuição e das barragens intermédias, infraestruturas imprescidíveis para a distribuição da água, o combate à seca, a modernização da agricultura alentejana, a criação de emprego e a diversificação da actividade produtiva.
Por isso, a JCP considera urgente a implementação do Plano Estratégico de Desenvolvimento Regional para o Alentejo, «como motor para a resolução dos problemas com que se debatem as populações.
Associativismo
Poucos dias depois do Dia do Associativismo, assinalado a 30 de Abril, a Comissão Regional de Beja afirma que o apoio ao associativismo juvenil «nunca foi assumido como prioridade pelos governos, embora grandes campanhas publicitárias tentassem fazer crer o contrário».
Os jovens comunistas acusam os executivos de privilegiar a actividade própria da Secretaria de Estado da Juventude e do Instituto Português da Juventude, em deterimento do apoio directo ao movimento associativo juvenil, acção, iniciativa e actividades.
Recordando que nos últimos anos o PS ou o PSD inviabilizaram as propostas apresentadas pelo PCP para o Orçamento de Estado para aumentar as verbas de apoio directo à actividade do associativismo juvenil, a JCP declara que existem algumas excepções a esta prática. É o caso de algumas autarquias que «vêem na participação juvenil um pilar da democracia participativa. No entanto, é necessária uma maior descentralização de verbas do poder central para o poder local, para que este tipo de apoio seja mais efectivo e prático.»