Stálin homenageado
Em Mirni, na Sibéria, milhares de pessoas participaram, domingo, na cerimónia comemorativa dos 60 anos da vitória sobre a Alemanha hitelariana e os seus aliados fascistas.
Na evocação da derrota do Nazi-fascismo e do fim do mais violento confronto armado da história da humanidade – no qual o povo russo empenhou mais de 20 milhões de vidas, entre soldados e civis, sendo de longe o país que mais vítimas contabilizou – foi lembrado o então Chefe de Estado da União Soviética, Josef Stálin, a quem a cidade dedicou uma estátua.
No discurso de inauguração, o presidente do município, Anatoli Popov, destacou Stálin como «um filho ilustre da Rússia que entregou a seu povo tudo o que tinha: talento, capacidades de organizador, firmeza, amor e fidelidade, e não pediu nada em troca».
Apesar de não ter podido estar presente em Mirni, o secretário-geral do Partido Comunista da Federação Russa, Guenadis Ziuganov, classificou a iniciativa como «um acto de valor cívico e de patriotismo».
Na evocação da derrota do Nazi-fascismo e do fim do mais violento confronto armado da história da humanidade – no qual o povo russo empenhou mais de 20 milhões de vidas, entre soldados e civis, sendo de longe o país que mais vítimas contabilizou – foi lembrado o então Chefe de Estado da União Soviética, Josef Stálin, a quem a cidade dedicou uma estátua.
No discurso de inauguração, o presidente do município, Anatoli Popov, destacou Stálin como «um filho ilustre da Rússia que entregou a seu povo tudo o que tinha: talento, capacidades de organizador, firmeza, amor e fidelidade, e não pediu nada em troca».
Apesar de não ter podido estar presente em Mirni, o secretário-geral do Partido Comunista da Federação Russa, Guenadis Ziuganov, classificou a iniciativa como «um acto de valor cívico e de patriotismo».