Frente Comum exige mudanças
Os dirigentes e delegados sindicais da Frente Comum os Sindicatos da Administração Pública convocou para a tarde de ontem um plenário na Casa do Alentejo, em Lisboa, seguido de uma manifestação até ao Ministério da Administração Interna.
Segundo a mais representativa estrutura dos trabalhadores do sector, o Governo não está a interpretar o desejo de mudança expresso nas eleições.
Apreensivos, os trabalhadores têm tomado conhecimento do programa do Governo. Em conferência de imprensa realizada dia 14, a Frente Comum afirmou perspectivar-se uma política de continuidade «em que a visão orçamental se sobrepõe à social.
O Governo prepara reais reduções salariais e uma ainda maior diminuição do quadro de funcionários, em 75 mil postos de trabalho. Também o agravamento das condições de aposentação, a generalização da aplicação do contrato individual de trabalho, o favorecimento da mobilidade, a flexibilidade e a proliferação do teletrabalho estão a deixar apreensivos os funcionários públicos.
Para a Frente, a destruição do aparelho produtivo, as más gestões e as políticas socialmente injustas são a causa dos problemas com que o País se confronta.
Embora tenha entregue, no dia 23 de Março, a sua proposta reivindicativa para este ano, a Frente não obteve ainda resposta.
A avaliação de desempenho, a aposentação, a desregulação das condições de trabalho e as questões salariais são outros assuntos que a Frente Comum pretende ver discutidos.
A mesma estrutura salienta que, tirando os funcionários da educação, da saúde, das Forças Armadas e Segurança, das regiões autónomas e da Administração Local, restam 69 mil trabalhadores nas outras áreas da Administração Pública, de um total de 706 mil funcionários.
Segundo a mais representativa estrutura dos trabalhadores do sector, o Governo não está a interpretar o desejo de mudança expresso nas eleições.
Apreensivos, os trabalhadores têm tomado conhecimento do programa do Governo. Em conferência de imprensa realizada dia 14, a Frente Comum afirmou perspectivar-se uma política de continuidade «em que a visão orçamental se sobrepõe à social.
O Governo prepara reais reduções salariais e uma ainda maior diminuição do quadro de funcionários, em 75 mil postos de trabalho. Também o agravamento das condições de aposentação, a generalização da aplicação do contrato individual de trabalho, o favorecimento da mobilidade, a flexibilidade e a proliferação do teletrabalho estão a deixar apreensivos os funcionários públicos.
Para a Frente, a destruição do aparelho produtivo, as más gestões e as políticas socialmente injustas são a causa dos problemas com que o País se confronta.
Embora tenha entregue, no dia 23 de Março, a sua proposta reivindicativa para este ano, a Frente não obteve ainda resposta.
A avaliação de desempenho, a aposentação, a desregulação das condições de trabalho e as questões salariais são outros assuntos que a Frente Comum pretende ver discutidos.
A mesma estrutura salienta que, tirando os funcionários da educação, da saúde, das Forças Armadas e Segurança, das regiões autónomas e da Administração Local, restam 69 mil trabalhadores nas outras áreas da Administração Pública, de um total de 706 mil funcionários.