Novo hospital para o Seixal
O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, encontrou-se, na terça-feira, com as Comissões de Utentes do Centro de Saúde do Seixal e eleitos autárquicos da CDU, visitando de seguida o Pavilhão Municipal da Torre da Marinha, obra emblemática desta autarquia, inaugurada no sábado passado.
Na foto: Jerónimo de Sousa em visita ao Centro de Saúde de Sete Rios
No encontro com as Comissões de Utentes de Saúde e eleitos autárquicos, que decorreu no Auditório da Junta de Freguesia da Amora, Jerónimo de Sousa expressou o apoio do PCP à construção de um novo hospital no concelho.
Lembra-se que, no dia 5 de Abril, as Comissões de Utentes da Saúde do Seixal entregaram ao Presidente da Assembleia da República uma petição com 65 mil assinaturas com esta reivindicação, apoiada pela Câmara Municipal do Seixal, de maioria CDU.
Nesse mesmo dia, o Grupo Parlamentar do PCP recebeu uma delegação do concelho do Seixal, integrando Alfredo Monteiro, presidente da Câmara, e, ainda, representantes da Assembleia Municipal, de associações de reformados e das Comissões de Utentes, a quem garantiu que iria apresentar um Projecto de Resolução na Assembleia da República sobre a matéria.
Na ocasião, Francisco Lopes, deputado eleito pelo distrito de Setúbal, sublinhou o facto de o PCP estar «ao lado dos utentes da saúde nesta exigência» e recordou a acção desenvolvida pelos comunistas com o mesmo objectivo.
Com o Projecto de Resolução que vai apresentar, o PCP pretende que o Parlamento aprove uma recomendação ao Governo para a construção de um novo Hospital público e a promoção de forma efectiva do acesso das populações dos concelhos do Seixal, Sesimbra e Almada a melhores cuidados hospitalares.
Em nota à comunicação social, a Direcção da Organização Regional de Setúbal do PCP reafirmou também essa necessidade, considerando que o Hospital Garcia da Horta apresenta dificuldades cada vez maiores para responder ás necessidades da população da sua área de influência. E exemplificou com o Serviço de Urgência que, concebido para atender uma população de 150 mil habitantes, é hoje obrigado a dar resposta a uma população de 380 mil habitantes.
Dia Mundial da Saúde
Entretanto, no dia 7 de Abril, Jerónimo de Sousa assinalou o Dia Mundial da Saúde com uma visita ao Centro de Saúde de Sete Rios.
Na ocasião, o secretário-geral do PCP fez uma declaração pública, onde valorizou o papel do Serviço Nacional de Saúde, público e universal, que, apesar de «fragilizado pela política e gestão negativas dos últimos anos», tem dado «um contributo insubstituível na concretização do direito à saúde dos portugueses».
Jerónimo de Sousa aproveitou para reafirmar o empenhamento do PCP no combate aos factores de «degradação e diminuição da capacidade de resposta» do SNS, «nomeadamente aos do sub-financiamento crónico, às carências de recursos humanos e materiais e às soluções de encarecimento e privatização dos serviços de saúde que afastam da sua utilização uma parte significativa da população sem recursos».
O conteúdo «genérico e vago» do Programa do Governo e a ausência de «propostas concretas» em matérias essenciais para o melhoramento do sistema público dos serviços de saúde mereceram também a crítica de Jerónimo de Sousa, que expressou, ainda, a preocupação do PCP com a retoma pelo governo PS da ideia do anterior governo, de promover a gestão de Centros de Saúde pelas entidades que gerem os hospitais, através de «experiências de financiamento global».
Por fim, o PCP defendeu o regresso à gestão pública dos Hospitais, SA e do Amadora- Sintra e o combate ao encarecimento da saúde e à falta de recursos humanos, problema descurado por sucessivos governos, que deixa hoje 500 mil utentes sem médico de família e enormes assimetrias de distribuição regional.
Lembra-se que, no dia 5 de Abril, as Comissões de Utentes da Saúde do Seixal entregaram ao Presidente da Assembleia da República uma petição com 65 mil assinaturas com esta reivindicação, apoiada pela Câmara Municipal do Seixal, de maioria CDU.
Nesse mesmo dia, o Grupo Parlamentar do PCP recebeu uma delegação do concelho do Seixal, integrando Alfredo Monteiro, presidente da Câmara, e, ainda, representantes da Assembleia Municipal, de associações de reformados e das Comissões de Utentes, a quem garantiu que iria apresentar um Projecto de Resolução na Assembleia da República sobre a matéria.
Na ocasião, Francisco Lopes, deputado eleito pelo distrito de Setúbal, sublinhou o facto de o PCP estar «ao lado dos utentes da saúde nesta exigência» e recordou a acção desenvolvida pelos comunistas com o mesmo objectivo.
Com o Projecto de Resolução que vai apresentar, o PCP pretende que o Parlamento aprove uma recomendação ao Governo para a construção de um novo Hospital público e a promoção de forma efectiva do acesso das populações dos concelhos do Seixal, Sesimbra e Almada a melhores cuidados hospitalares.
Em nota à comunicação social, a Direcção da Organização Regional de Setúbal do PCP reafirmou também essa necessidade, considerando que o Hospital Garcia da Horta apresenta dificuldades cada vez maiores para responder ás necessidades da população da sua área de influência. E exemplificou com o Serviço de Urgência que, concebido para atender uma população de 150 mil habitantes, é hoje obrigado a dar resposta a uma população de 380 mil habitantes.
Dia Mundial da Saúde
Entretanto, no dia 7 de Abril, Jerónimo de Sousa assinalou o Dia Mundial da Saúde com uma visita ao Centro de Saúde de Sete Rios.
Na ocasião, o secretário-geral do PCP fez uma declaração pública, onde valorizou o papel do Serviço Nacional de Saúde, público e universal, que, apesar de «fragilizado pela política e gestão negativas dos últimos anos», tem dado «um contributo insubstituível na concretização do direito à saúde dos portugueses».
Jerónimo de Sousa aproveitou para reafirmar o empenhamento do PCP no combate aos factores de «degradação e diminuição da capacidade de resposta» do SNS, «nomeadamente aos do sub-financiamento crónico, às carências de recursos humanos e materiais e às soluções de encarecimento e privatização dos serviços de saúde que afastam da sua utilização uma parte significativa da população sem recursos».
O conteúdo «genérico e vago» do Programa do Governo e a ausência de «propostas concretas» em matérias essenciais para o melhoramento do sistema público dos serviços de saúde mereceram também a crítica de Jerónimo de Sousa, que expressou, ainda, a preocupação do PCP com a retoma pelo governo PS da ideia do anterior governo, de promover a gestão de Centros de Saúde pelas entidades que gerem os hospitais, através de «experiências de financiamento global».
Por fim, o PCP defendeu o regresso à gestão pública dos Hospitais, SA e do Amadora- Sintra e o combate ao encarecimento da saúde e à falta de recursos humanos, problema descurado por sucessivos governos, que deixa hoje 500 mil utentes sem médico de família e enormes assimetrias de distribuição regional.