Equipamentos desportivos ao abandono
O presidente da Comissão de Desporto da Assembleia Municipal de Lisboa, Paulo Quaresma, do PCP, defendeu na passada semana, após uma visita aos equipamentos desportivos do concelho, que estes espelham a falta de rumo e instabilidade do executivo camarário.
A Piscina do Areeiro, o Pavilhão Carlos Lopes, a Piscina do Rego, o Pavilhão e Piscina do Bairro da Boavista e o complexo desportivo do Alto do Lumiar foram os equipamentos visitados pela Comissão Permanente de Educação, Juventude e Desporto, no seguimento do projecto de trabalho daquela estrutura.
Em declarações aos jornalistas, Paulo Quaresma explicou ser «notória a instabilidade da equipa camarária na área do desporto, quer no desenvolvimento e aproveitamento dos equipamentos, quer na execução das obras em curso».
De acordo com o mesmo, alguns dos equipamentos visitados estão «votados ao abandono» e isso deve-se, acrescentou, «à instabilidade provocada pelas sucessivas mudanças dos responsáveis e da vereação».
A falta de rumo e de coerência são outras críticas apontadas pelo presidente daquela comissão, exemplificando com o estado do pavilhão Carlos Lopes. «Em 1988 houve um investimento que rondou um milhão de euros, encerrou ao público em Outubro de 2003 por falta de segurança em diversas áreas do pavilhão, foram elaborados estudos para planos de requalificação, foi criado um grupo de trabalho há três meses, mas nada avançou. Neste mandato só se perdeu tempo e o Pavilhão vai ficar ainda em piores condições», argumentou.
Outra questão apontada por Paulo Quaresma prende-se com a «desarticulação» entre a Câmara, juntas de freguesia e serviços, considerando que as juntas deveriam assumir a gestão e orientação de alguns equipamentos desportivos, pois «só assim esses espaços poderão ser aproveitados».
Exemplo disso é o Pavilhão Municipal da Boavista, equipamento que, segundo o responsável, é ocupado durante três horas por dia e nas restantes «está abandonado».
Durante a visita, Paulo Quaresma concluiu ainda que a inexistência de um plano de apoio aos clubes e associações desportivas por parte da Câmara, (apoio que em muitos casos não significa verba, mas sim a disponibilização de técnicos), é outro ponto revelador da falta de diálogo e de gestão participada pelas várias estruturas.
A Piscina do Areeiro, o Pavilhão Carlos Lopes, a Piscina do Rego, o Pavilhão e Piscina do Bairro da Boavista e o complexo desportivo do Alto do Lumiar foram os equipamentos visitados pela Comissão Permanente de Educação, Juventude e Desporto, no seguimento do projecto de trabalho daquela estrutura.
Em declarações aos jornalistas, Paulo Quaresma explicou ser «notória a instabilidade da equipa camarária na área do desporto, quer no desenvolvimento e aproveitamento dos equipamentos, quer na execução das obras em curso».
De acordo com o mesmo, alguns dos equipamentos visitados estão «votados ao abandono» e isso deve-se, acrescentou, «à instabilidade provocada pelas sucessivas mudanças dos responsáveis e da vereação».
A falta de rumo e de coerência são outras críticas apontadas pelo presidente daquela comissão, exemplificando com o estado do pavilhão Carlos Lopes. «Em 1988 houve um investimento que rondou um milhão de euros, encerrou ao público em Outubro de 2003 por falta de segurança em diversas áreas do pavilhão, foram elaborados estudos para planos de requalificação, foi criado um grupo de trabalho há três meses, mas nada avançou. Neste mandato só se perdeu tempo e o Pavilhão vai ficar ainda em piores condições», argumentou.
Outra questão apontada por Paulo Quaresma prende-se com a «desarticulação» entre a Câmara, juntas de freguesia e serviços, considerando que as juntas deveriam assumir a gestão e orientação de alguns equipamentos desportivos, pois «só assim esses espaços poderão ser aproveitados».
Exemplo disso é o Pavilhão Municipal da Boavista, equipamento que, segundo o responsável, é ocupado durante três horas por dia e nas restantes «está abandonado».
Durante a visita, Paulo Quaresma concluiu ainda que a inexistência de um plano de apoio aos clubes e associações desportivas por parte da Câmara, (apoio que em muitos casos não significa verba, mas sim a disponibilização de técnicos), é outro ponto revelador da falta de diálogo e de gestão participada pelas várias estruturas.