Sérvia lembra ataque da NATO
O presidente da Sérvia, Boris Tadic, presidiu a 24 de Março às cerimónias oficiais realizadas em Belgrado em homenagem às vítimas dos bombardeamentos da NATO, em 1999.
Mil mortos civis, entre os quais uma centena de crianças, e mais de um milhar de soldados, segundo os dados oficiais, é o trágico balanço dos 78 dias de bombardeamentos aéreos, em que os EUA, a coberto da NATO, empregaram as mais modernas técnicas de extermínio a pretexto da defesa dos «direitos humanos» no Kosovo.
Como se veio a verificar, a alegada matança de civis albaneses em Racak - um dos pretextos invocados para a agressão pelo então responsável pela Organização para a Cooperação e Segurança na Europa (OSCE), o norte-americano William Walker - foi uma mistificação. Investigações independentes levadas a cabo por forenses finlandeses após a capitulação de Belgrado, revelaram que os 45 mortos de Racak eram albaneses separistas, caídos em combate com as forças de segurança sérvias, a quem trocaram de roupa para os fazer passar por camponeses.
O objectivo da agressão foi o desmantelamento da República Federal da Jugoslávia (RFJ). A NATO, nesta sua primeira intervenção fora da respectiva área geográfica e à revelia das Nações Unidas, causou danos materiais na Sérvia e no Kosovo superiores a 30 mil milhões de dólares e inaugurou uma nova designação para os alvos civis, que passaram a ser designadas por «danos colaterais». Mais tarde a própria NATO reconheceu que os ataques - incluindo hospitais, comboios civis, escolas, a embaixada da China, a televisão sérvia, caravanas de refugiados, etc., etc., etc. - eram previamente seleccionados e verificados via satélite.
O Kosovo, onde a população de origem sérvia vive em guethos, foi transformado num protectorado da ONU; a RFJ deu lugar à União Estatal da Sérvia e Montegro, dócil a Washington; e a maioria dos antigos dirigentes jugoslavos, incluindo o ex-presidente Milosevic, estão presos em Haia às ordens de um tribunal criado à medida pelos EUA.
Mil mortos civis, entre os quais uma centena de crianças, e mais de um milhar de soldados, segundo os dados oficiais, é o trágico balanço dos 78 dias de bombardeamentos aéreos, em que os EUA, a coberto da NATO, empregaram as mais modernas técnicas de extermínio a pretexto da defesa dos «direitos humanos» no Kosovo.
Como se veio a verificar, a alegada matança de civis albaneses em Racak - um dos pretextos invocados para a agressão pelo então responsável pela Organização para a Cooperação e Segurança na Europa (OSCE), o norte-americano William Walker - foi uma mistificação. Investigações independentes levadas a cabo por forenses finlandeses após a capitulação de Belgrado, revelaram que os 45 mortos de Racak eram albaneses separistas, caídos em combate com as forças de segurança sérvias, a quem trocaram de roupa para os fazer passar por camponeses.
O objectivo da agressão foi o desmantelamento da República Federal da Jugoslávia (RFJ). A NATO, nesta sua primeira intervenção fora da respectiva área geográfica e à revelia das Nações Unidas, causou danos materiais na Sérvia e no Kosovo superiores a 30 mil milhões de dólares e inaugurou uma nova designação para os alvos civis, que passaram a ser designadas por «danos colaterais». Mais tarde a própria NATO reconheceu que os ataques - incluindo hospitais, comboios civis, escolas, a embaixada da China, a televisão sérvia, caravanas de refugiados, etc., etc., etc. - eram previamente seleccionados e verificados via satélite.
O Kosovo, onde a população de origem sérvia vive em guethos, foi transformado num protectorado da ONU; a RFJ deu lugar à União Estatal da Sérvia e Montegro, dócil a Washington; e a maioria dos antigos dirigentes jugoslavos, incluindo o ex-presidente Milosevic, estão presos em Haia às ordens de um tribunal criado à medida pelos EUA.