Vitória na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa
Os estudantes da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa suspenderam o seu protesto e voltaram a abrir o portão da instituição no passado dia 10, depois de lhes ser garantido que as suas reivindicações seriam atendidas.
Os alunos exigem a tomada de posse do novo Conselho Directivo, eleito há dois meses; a manutenção da avaliação contínua; e a passagem do período de exames escritos de duas para quatro semanas, como acontecia até agora. O protesto visou ainda contestar a exclusão das aulas práticas dos alunos repetentes.
«Cerca de mil alunos estão impedidos de as frequentar e continuam a pagar a propina máxima», afirmou à agência Lusa Tiago Soares, membro da Associação de Estudantes. O Conselho Directivo justificava esta opção com o facto de o número de alunos existente ser superior ao rácio definido na faculdade: um professor para cada 25 alunos.
Depois de mais de um dia de protesto, o acordo foi alcançado. «Chegámos a um consenso e os professores atenderam aos nossos pedidos. No caso dos exames, teremos agora uma cadeira por semana», referiu Filipe Nunes, também da dirigente associativo da faculdade.
O Colectivo de Direito da JCP saúda os alunos e considera que esta é «mais uma prova de que é através da luta, de não calar a voz perante as injustiças, que se consegue realizar mudanças». «Uma vez mais se observa que é através da união de todos os estudantes em torno de um objectivo que se consegue obter a vitória», acrescenta em comunicado.
Os alunos exigem a tomada de posse do novo Conselho Directivo, eleito há dois meses; a manutenção da avaliação contínua; e a passagem do período de exames escritos de duas para quatro semanas, como acontecia até agora. O protesto visou ainda contestar a exclusão das aulas práticas dos alunos repetentes.
«Cerca de mil alunos estão impedidos de as frequentar e continuam a pagar a propina máxima», afirmou à agência Lusa Tiago Soares, membro da Associação de Estudantes. O Conselho Directivo justificava esta opção com o facto de o número de alunos existente ser superior ao rácio definido na faculdade: um professor para cada 25 alunos.
Depois de mais de um dia de protesto, o acordo foi alcançado. «Chegámos a um consenso e os professores atenderam aos nossos pedidos. No caso dos exames, teremos agora uma cadeira por semana», referiu Filipe Nunes, também da dirigente associativo da faculdade.
O Colectivo de Direito da JCP saúda os alunos e considera que esta é «mais uma prova de que é através da luta, de não calar a voz perante as injustiças, que se consegue realizar mudanças». «Uma vez mais se observa que é através da união de todos os estudantes em torno de um objectivo que se consegue obter a vitória», acrescenta em comunicado.