Por mais segurança
Em nota do seu Gabinete de Imprensa, emitida, no passado dia 17, a propósito da recente morte de um agente policial na Cova da Moura, o PCP criticou duramente as opções políticas de segurança que têm sido prosseguidas por sucessivos governos.
«A frequência de acontecimentos de que resultam a vitimação mortal de agentes», a par do «agravamento da criminalidade organizada e violenta e das ameaças que pesam sobre os direitos e liberdades dos cidadãos», provam, de facto para os comunistas, que essas opções não são «o caminho para a solução dos problemas de segurança e tranquilidade das comunidades e dos cidadãos» nem «para a melhoria das condições de trabalho dos agentes».
O PCP alerta, assim, para uma «triste realidade», de que faz parte «o aumento da criminalidade em 4,9 % em 2002 e 6 % em 2003, a gestão ruinosa e escassez de efectivos policiais e de equipamentos, a degradação de 78% dos departamentos policiais e das próprias condições de trabalho dos agentes, a ruptura dos programas de policiamento preventivo e de proximidade».
Estas críticas e alertas do PCP, embora dirigidas ao Governo PSD/PP - agora chumbado nas urnas e a quem o PCP exigia a assunção de responsabilidades -, de alguma forma referiam-se também aos governos passados do PS e, naturalmente, ao que em breve este partido constituirá. Na verdade, a promessa ficou: o PCP «tudo fará para que as questões de segurança pública e a própria organização, operacionalidade e estatuto das Forças de segurança e dos seus agentes tenham o necessário e urgente debate na futura Assembleia da República».
«A frequência de acontecimentos de que resultam a vitimação mortal de agentes», a par do «agravamento da criminalidade organizada e violenta e das ameaças que pesam sobre os direitos e liberdades dos cidadãos», provam, de facto para os comunistas, que essas opções não são «o caminho para a solução dos problemas de segurança e tranquilidade das comunidades e dos cidadãos» nem «para a melhoria das condições de trabalho dos agentes».
O PCP alerta, assim, para uma «triste realidade», de que faz parte «o aumento da criminalidade em 4,9 % em 2002 e 6 % em 2003, a gestão ruinosa e escassez de efectivos policiais e de equipamentos, a degradação de 78% dos departamentos policiais e das próprias condições de trabalho dos agentes, a ruptura dos programas de policiamento preventivo e de proximidade».
Estas críticas e alertas do PCP, embora dirigidas ao Governo PSD/PP - agora chumbado nas urnas e a quem o PCP exigia a assunção de responsabilidades -, de alguma forma referiam-se também aos governos passados do PS e, naturalmente, ao que em breve este partido constituirá. Na verdade, a promessa ficou: o PCP «tudo fará para que as questões de segurança pública e a própria organização, operacionalidade e estatuto das Forças de segurança e dos seus agentes tenham o necessário e urgente debate na futura Assembleia da República».