Desemprego e habitação preocupam jovens
O desemprego é a primeira preocupação dos jovens portugueses. Segundo um estudo realizado pelo Observatório Português da Juventude na primeira quinzena de Janeiro, 41 por cento dos jovens aponta o desemprego como a sua principal preocupação. Segue-se o custo da habitação própria (30 por cento), a procura do primeiro emprego (26 por cento) e o acesso ao ensino superior (20 por cento).
O estudo mostra que 86 por cento dos jovens não participam em grupos cívicos, sociais e políticos. Destes, 31 por cento fala em desinteresse pelas actividades cívicas, 16 por cento em falta de tempo e 11 por cento diz que não teve oportunidade. Do grupo que pertence a alguma organização cívica, os partidos políticos abarcam a maior fatia, com 31 por cento, seguindo-se as associações culturais (21 por cento), desportivas (16 por cento) e recreativas (15 por cento).
Cerca de 45 por cento dos inquiridos diz que não se consegue situar na «esquerda ou na direita». Os restantes distribuem-se à direita (21 por cento), à esquerda (18 por cento), no centro-esquerda (6 por cento) e no centro-direita (6 por cento).
O inquérito revela que 51 por cento dos jovens abstém-se. Cerca de 25 por cento alega não ter estado próximo da mesa de voto no dia das eleições ou «ter algo mais importante para fazer».
Quanto à educação, 34 por cento dos jovens portugueses quer concluir uma licenciatura, enquanto que 19 por cento pretende acabar o 12.º ano. Apenas 8 por cento tem por objectivo uma pós-graduação e 7 por cento fazer o doutoramento.
O estudo mostra que 86 por cento dos jovens não participam em grupos cívicos, sociais e políticos. Destes, 31 por cento fala em desinteresse pelas actividades cívicas, 16 por cento em falta de tempo e 11 por cento diz que não teve oportunidade. Do grupo que pertence a alguma organização cívica, os partidos políticos abarcam a maior fatia, com 31 por cento, seguindo-se as associações culturais (21 por cento), desportivas (16 por cento) e recreativas (15 por cento).
Cerca de 45 por cento dos inquiridos diz que não se consegue situar na «esquerda ou na direita». Os restantes distribuem-se à direita (21 por cento), à esquerda (18 por cento), no centro-esquerda (6 por cento) e no centro-direita (6 por cento).
O inquérito revela que 51 por cento dos jovens abstém-se. Cerca de 25 por cento alega não ter estado próximo da mesa de voto no dia das eleições ou «ter algo mais importante para fazer».
Quanto à educação, 34 por cento dos jovens portugueses quer concluir uma licenciatura, enquanto que 19 por cento pretende acabar o 12.º ano. Apenas 8 por cento tem por objectivo uma pós-graduação e 7 por cento fazer o doutoramento.