Trabalhadores consulares podem parar 3 dias
Os problemas com que se defrontam os trabalhadores dos serviços externos do Ministério dos Negócios Estrangeiros «são hoje os mesmos que há um mês atrás ou mesmo, em larga medida, os de há um ano ou dois atrás».
O Sindicato dos Trabalhadores Consulares e das Missões Diplomáticas (STCDE) convocou para ontem, em Lisboa, uma conferência de imprensa, uma vez que, «não havendo evolução rápida, mais uma greve, desta vez por três dias, vai decorrer nas Embaixadas, Missões e Consulados de Portugal, na sequência do feriado de 10 de Junho (11, 12 e 13)».
Na nota que previamente distribuiu, o sindicato aponta, entre outros problemas sem resposta, «a saída de funcionários para a aposentação que não são substituídos e a crescente carência de chefias intermédias, como Vice-Cônsules e Chanceleres, a ausência de concursos para promoção ou para novas admissões há vários anos, a dispensa de contratados a prazo, ao mesmo tempo que se verificam acréscimos de trabalho». Documentos apresentados ao Ministério «são pelos seus responsáveis olímpicamente ignorados» e «do actual Caderno Reivindicativo, contendo dezenas de questões (e algumas delas nem sequer têm custos orçamentais), pouco foi resolvido» e tem mesmo ocorrido uma «continuada má-vontade».
Perante esta situação, os trabalhadores fizeram greve a 12 de Dezembro do ano passado e mantém-se em vigor, por tempo ilimitado, um pré-aviso de greve ao trabalho extraordinário não pago ou compensado. De 28 de Janeiro a 20 de Fevereiro ocorreram greves rotativas em todo o mundo.
O MNE responde «com a inércia de sempre» e, «como se não conhecesse os problemas existentes ou, talvez involuntariamente, confessando a incapacidade dos responsáveis pela gestão dos recursos humanos», alguém decidiu há dias nomear para o Gabinete do ministro «uma “conciliadora sindical”, cujas funções e poderes se desconhecem, mantendo-se até hoje um silêncio total».
O Sindicato dos Trabalhadores Consulares e das Missões Diplomáticas (STCDE) convocou para ontem, em Lisboa, uma conferência de imprensa, uma vez que, «não havendo evolução rápida, mais uma greve, desta vez por três dias, vai decorrer nas Embaixadas, Missões e Consulados de Portugal, na sequência do feriado de 10 de Junho (11, 12 e 13)».
Na nota que previamente distribuiu, o sindicato aponta, entre outros problemas sem resposta, «a saída de funcionários para a aposentação que não são substituídos e a crescente carência de chefias intermédias, como Vice-Cônsules e Chanceleres, a ausência de concursos para promoção ou para novas admissões há vários anos, a dispensa de contratados a prazo, ao mesmo tempo que se verificam acréscimos de trabalho». Documentos apresentados ao Ministério «são pelos seus responsáveis olímpicamente ignorados» e «do actual Caderno Reivindicativo, contendo dezenas de questões (e algumas delas nem sequer têm custos orçamentais), pouco foi resolvido» e tem mesmo ocorrido uma «continuada má-vontade».
Perante esta situação, os trabalhadores fizeram greve a 12 de Dezembro do ano passado e mantém-se em vigor, por tempo ilimitado, um pré-aviso de greve ao trabalho extraordinário não pago ou compensado. De 28 de Janeiro a 20 de Fevereiro ocorreram greves rotativas em todo o mundo.
O MNE responde «com a inércia de sempre» e, «como se não conhecesse os problemas existentes ou, talvez involuntariamente, confessando a incapacidade dos responsáveis pela gestão dos recursos humanos», alguém decidiu há dias nomear para o Gabinete do ministro «uma “conciliadora sindical”, cujas funções e poderes se desconhecem, mantendo-se até hoje um silêncio total».