De marcha atrás
O produto interno bruto (PIB) por habitante português, medido em paridades de poder de compra, recuou no ano passado para 74 por cento da média da União Europeia alargada a 25 Estados-membros.
Chipre, Malta e Eslovénia ultrapassaram Portugal na criação de riqueza
Entre 1999 e 2002, o PIB por habitante português atingiu 77 por cento da média da UE alargada, valor que diminuiu em 2003 para 74 por cento, segundo um estudo divulgado na sexta-feira, 3, pelo gabinete europeu de estatísticas (Eurostat).
A análise foi feita em paridades de poder de compra (PPC), método que permite corrigir os indicadores de riqueza média em função dos preços internos de cada país.
Limitando a comparação aos 15 Estados-membros que em 2003 integravam a União Europeia, Portugal ocupava a última posição representando o seu PIB por habitante (em PPC) apenas 68 por cento da média comunitária, contra cerca de 71 por cento registados no ano anterior.
No universo dos 25, atrás de Portugal ficaram a República Checa (69 por cento da média do PIB por habitante em PPC da UE em 2003), a Hungria (61 por cento), a Eslováquia (52 por cento), a Estónia (49 por cento) a Polónia e a Lituânia (ambas a 46 por cento da média comunitária) e a Letónia (41 por cento).
Entre os novos países aderentes, Chipre, com um PIB por habitante de 83 por cento da média da UE, Eslovénia (77 por cento) e Malta (75 por cento) estavam acima de Portugal.
O Luxemburgo apresenta o PIB por habitante mais elevado da UE (115 por cento acima da média), seguindo-se a Irlanda (33 por cento acima da média), a Dinamarca (23 por cento), Áustria (22 por cento) e a Holanda (21 por cento).
No mesmo ano, o PIB por habitante da Alemanha (em PPC) superou a média dos 25 em oito por cento, o da França em 11 por cento, o do Reino Unido em 18 por cento, o da Itália em sete por cento e o da Espanha ficou dois por cento abaixo da média.
A análise foi feita em paridades de poder de compra (PPC), método que permite corrigir os indicadores de riqueza média em função dos preços internos de cada país.
Limitando a comparação aos 15 Estados-membros que em 2003 integravam a União Europeia, Portugal ocupava a última posição representando o seu PIB por habitante (em PPC) apenas 68 por cento da média comunitária, contra cerca de 71 por cento registados no ano anterior.
No universo dos 25, atrás de Portugal ficaram a República Checa (69 por cento da média do PIB por habitante em PPC da UE em 2003), a Hungria (61 por cento), a Eslováquia (52 por cento), a Estónia (49 por cento) a Polónia e a Lituânia (ambas a 46 por cento da média comunitária) e a Letónia (41 por cento).
Entre os novos países aderentes, Chipre, com um PIB por habitante de 83 por cento da média da UE, Eslovénia (77 por cento) e Malta (75 por cento) estavam acima de Portugal.
O Luxemburgo apresenta o PIB por habitante mais elevado da UE (115 por cento acima da média), seguindo-se a Irlanda (33 por cento acima da média), a Dinamarca (23 por cento), Áustria (22 por cento) e a Holanda (21 por cento).
No mesmo ano, o PIB por habitante da Alemanha (em PPC) superou a média dos 25 em oito por cento, o da França em 11 por cento, o do Reino Unido em 18 por cento, o da Itália em sete por cento e o da Espanha ficou dois por cento abaixo da média.