«Não chega falar»
Os alunos da Escola Secundária de Peniche já conhecem Rudolfo Mamede, de 18 anos, antigo estudante da instituição que agora a visita como militante da JCP. A maioria dos outros militantes da vila trabalham ou estudam fora, por isso Rudolfo chega a fazer distribuições sozinho à porta da escola. Mas não por muito tempo, porque há sempre quem dê uma mãozinha na tarefa, mesmo não estando inscrito na organização.
«Há muito pessoal que nos conhece e que vê o nosso trabalho com agrado. Por enquanto não há novos militantes. Deviam vir à JCP, ver se se identificam com os ideais e dar-nos uma força, porque é sempre bem-vinda. Quando se entra é preciso levar isto a sério», comenta Rudolfo.
Ele, sim, leva a sério. Por isso sublinha a sua motivação e vontade de trabalhar: «Isto para mim é uma cena nova e faço tudo o que puder para ajudar. Está a ser interessante, estou a curtir a experiência.»
Rudolfo era um visitante habitual da Festa do Avante!. Identificava-se com a JCP e «queria fazer alguma coisa para mudar o que está mal no nosso país». Depois foi só somar as parcelas e inscrever-se.
«A JCP deve alertar os jovens que não vêem a porcaria de País em que vivemos, porque não conseguem ou porque não querem. Há aquelas pessoas que só sabem mandar umas bocas, dizer que isto está mal, mas sem fazer nada. É sempre o pessoal da Jota de Peniche que tem de mostrar às pessoas que não chega falar sobre as coisas e esperar que os outros resolvam os problemas, também se tem de fazer alguma coisa.» Foi o que Rudolfo fez.
«Há muito pessoal que nos conhece e que vê o nosso trabalho com agrado. Por enquanto não há novos militantes. Deviam vir à JCP, ver se se identificam com os ideais e dar-nos uma força, porque é sempre bem-vinda. Quando se entra é preciso levar isto a sério», comenta Rudolfo.
Ele, sim, leva a sério. Por isso sublinha a sua motivação e vontade de trabalhar: «Isto para mim é uma cena nova e faço tudo o que puder para ajudar. Está a ser interessante, estou a curtir a experiência.»
Rudolfo era um visitante habitual da Festa do Avante!. Identificava-se com a JCP e «queria fazer alguma coisa para mudar o que está mal no nosso país». Depois foi só somar as parcelas e inscrever-se.
«A JCP deve alertar os jovens que não vêem a porcaria de País em que vivemos, porque não conseguem ou porque não querem. Há aquelas pessoas que só sabem mandar umas bocas, dizer que isto está mal, mas sem fazer nada. É sempre o pessoal da Jota de Peniche que tem de mostrar às pessoas que não chega falar sobre as coisas e esperar que os outros resolvam os problemas, também se tem de fazer alguma coisa.» Foi o que Rudolfo fez.