Atenção à CGD
A Comissão de Trabalhadores da Caixa Geral de Depósitos deixou anteontem em Belém um alerta, sublinhado com milhares de assinaturas, face às medidas do Governo para o maior banco português.
O Governo quer desestabilizar a CGD
Na Casa Civil da Presidência da República, os membros da CT da CGD foram recebidos por dois assessores de Jorge Sampaio, a quem entregaram centenas de folhas do abaixo-assinado que a estrutura promoveu, em resposta ao anúncio de que o Governo quer integrar na Caixa Geral de Aposentações o Fundo de Pensões da CGD.
Em nota à imprensa, a CT informou que manifestou em Belém «o sentimento de revolta que se instalou em toda a CGD, produto de atitudes que consideramos de afronta, não só aos trabalhadores da CGD, mas a todos os portugueses». Após arrolar as questões que colocou na audiência, a CT refere que expressou ainda a «preocupação de que o sr. Presidente da República não pode ser um mero espectador, quando estão em causa instituições públicas, os direitos inequívocos dos trabalhadores e a imagem do próprio País».
A intenção do Governo, de utilizar o Fundo de Pensões dos trabalhadores da CGD para contabilizar receitas extraordinárias e conter o défice público «corresponde, de facto, a hipotecar o futuro dos trabalhadores da CGD e dos seus familiares», afirma a CT, que acusa o ministro das Finanças de mentir, «quando diz que os direitos dos trabalhadores não estão em causa, pois é ele próprio que, com as suas atitudes, está a colocar em causa as condições de reforma dos trabalhadores da CGD, apropriando-se do produto das suas contribuições mensais».
Por outro lado, caso o expediente do Governo se concretize, «passarão a ser todos os portugueses, através dos seus impostos, a custear no futuro as pensões de reforma dos trabalhadores da CGD».
A CT denunciou que Bagão Félix e o Governo «estão a intervir negativamente na CGD e na sociedade gestora do Fundo de Pensões, quando patrocinam a alienação de acções de rentabilidade assegurada, como no caso das acções da Brisa ou da Portucel».
São atitudes como estas que leva a CT a afirmar que o ministro das Finanças e o Governo «parecem não estar interessados em que a CGD seja a instituição bancária de referência que hoje é, quer a nível nacional, quer a nível internacional», enquanto «parecem estar interessados na desestabilização da Caixa Geral de Depósitos e, como tal, abdicar de uma parte substancial das receitas que anualmente o accionista Estado recebe, quer em lucros, quer em impostos».
Em nota à imprensa, a CT informou que manifestou em Belém «o sentimento de revolta que se instalou em toda a CGD, produto de atitudes que consideramos de afronta, não só aos trabalhadores da CGD, mas a todos os portugueses». Após arrolar as questões que colocou na audiência, a CT refere que expressou ainda a «preocupação de que o sr. Presidente da República não pode ser um mero espectador, quando estão em causa instituições públicas, os direitos inequívocos dos trabalhadores e a imagem do próprio País».
A intenção do Governo, de utilizar o Fundo de Pensões dos trabalhadores da CGD para contabilizar receitas extraordinárias e conter o défice público «corresponde, de facto, a hipotecar o futuro dos trabalhadores da CGD e dos seus familiares», afirma a CT, que acusa o ministro das Finanças de mentir, «quando diz que os direitos dos trabalhadores não estão em causa, pois é ele próprio que, com as suas atitudes, está a colocar em causa as condições de reforma dos trabalhadores da CGD, apropriando-se do produto das suas contribuições mensais».
Por outro lado, caso o expediente do Governo se concretize, «passarão a ser todos os portugueses, através dos seus impostos, a custear no futuro as pensões de reforma dos trabalhadores da CGD».
A CT denunciou que Bagão Félix e o Governo «estão a intervir negativamente na CGD e na sociedade gestora do Fundo de Pensões, quando patrocinam a alienação de acções de rentabilidade assegurada, como no caso das acções da Brisa ou da Portucel».
São atitudes como estas que leva a CT a afirmar que o ministro das Finanças e o Governo «parecem não estar interessados em que a CGD seja a instituição bancária de referência que hoje é, quer a nível nacional, quer a nível internacional», enquanto «parecem estar interessados na desestabilização da Caixa Geral de Depósitos e, como tal, abdicar de uma parte substancial das receitas que anualmente o accionista Estado recebe, quer em lucros, quer em impostos».