Governo abandona interior
Os comunistas de Bragança estiveram nas ruas da cidade a acusar o Governo do PSD/PP de abandonar o interior. A Comissão Distrital de Bragança do PCP realizou, no dia 11, uma tribuna pública «Pró Nordeste Transmontano», aproveitando a realização, na cidade, de uma reunião do Conselho de Ministros.
Para os comunistas, o Governo encerrou ou extinguiu um conjunto de importantes serviços públicos. Entre os serviços extintos, conta-se o Centro de Produção Regional da RTP, a Inspecção-Geral das Actividades Económicas, o Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social ou o Instituto de Navegabilidade do Douro. Encerrada foi a Delegação dos Assuntos Consulares. O PCP denuncia ainda a transferência para outros locais de serviços que tinham sede em Bragança, como a Direcção Comercial dos CTT, que foi para Braga, ou o Centro da Área Educativa, que se transferiu para o Porto.
Mas para os comunistas locais, muito do que existe encontra-se estagnado ou em regressão. São os casos, por exemplo, dos serviços da EDP e da PT, tal como dos serviços de saúde e de combate à toxicodependência. A Comissão Distrital de Bragança do PCP não esquece também a estagnação da candidatura do Douro a património mundial e o significativo aumento do desemprego na região.
Mas as coisas não se ficarão por aqui, acusaram os comunistas, que prevêem mais encerramentos de serviços públicos, nomeadamente de estações e postos de atendimento dos CTT, de esquadras da PSP (nomeadamente a de Mirandela) e quartéis da GNR e de escolas do primeiro ciclo. Quanto às promessas não cumpridas, o PCP destaca a criação da universidade de Bragança, a transferência do Instituto de Conservação da Natureza para a cidade transmontana e a construção de um importante conjunto de vias de comunicação e acessibilidades.
Para os comunistas, o Governo encerrou ou extinguiu um conjunto de importantes serviços públicos. Entre os serviços extintos, conta-se o Centro de Produção Regional da RTP, a Inspecção-Geral das Actividades Económicas, o Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social ou o Instituto de Navegabilidade do Douro. Encerrada foi a Delegação dos Assuntos Consulares. O PCP denuncia ainda a transferência para outros locais de serviços que tinham sede em Bragança, como a Direcção Comercial dos CTT, que foi para Braga, ou o Centro da Área Educativa, que se transferiu para o Porto.
Mas para os comunistas locais, muito do que existe encontra-se estagnado ou em regressão. São os casos, por exemplo, dos serviços da EDP e da PT, tal como dos serviços de saúde e de combate à toxicodependência. A Comissão Distrital de Bragança do PCP não esquece também a estagnação da candidatura do Douro a património mundial e o significativo aumento do desemprego na região.
Mas as coisas não se ficarão por aqui, acusaram os comunistas, que prevêem mais encerramentos de serviços públicos, nomeadamente de estações e postos de atendimento dos CTT, de esquadras da PSP (nomeadamente a de Mirandela) e quartéis da GNR e de escolas do primeiro ciclo. Quanto às promessas não cumpridas, o PCP destaca a criação da universidade de Bragança, a transferência do Instituto de Conservação da Natureza para a cidade transmontana e a construção de um importante conjunto de vias de comunicação e acessibilidades.