PCP votou contra
O PCP votou contra, na reunião da Câmara Municipal de Lisboa realizada no passado dia 30, a proposta da maioria PSD-PP de passar a ser cobrada a entrada no Castelo de S. Jorge. O PS absteve-se. A proposta terá ainda de ser sujeita ao debate e aprovação na Assembleia Municipal.
Os comunistas entendem que a medida é injustificável e mesmo desaconselhável, visto tratar-se o Castelo de um «simples espaço muralhado e de um simples miradouro, aliás o mais representativo de Lisboa». Para o PCP, a situação actual – entrada gratuita no espaço da muralha e bilhete pago para os dois equipamentos existentes – é mais adequada.
Os comunistas consideram que são já poucas as pessoas que visitam o Castelo e prevêem que, com as entradas pagas, serão ainda menos. «Números apurados dão como certo que um pouco mais de metade dos visitantes são estrangeiros. Da Grande Lisboa serão cerca de 35 por cento e os restantes são cidadãos nacionais vindos do resto do País (e, eventualmente, emigrantes)», revela o PCP. Para amenizar os impactos da medida, a maioria PSD-PP prevê isenções para os residentes em Lisboa. «E os milhares que, residindo fora de Lisboa, trabalham na cidade? E todos os que, visitando Lisboa, pretendem usufruir daquele espaço?», questionam os comunistas.
Para o PCP, é essencial que o acesso ao Castelo se mantenha «livre e aberto». Sublinhando a sua oposição ao pagamento das entradas, os comunistas de Lisboa consideram fundamental que a autarquia «avance rapidamente com programas atractivos de valorização do Castelo e de atracção dos cidadãos que visitam Lisboa. Essas sim, seriam boas medidas».
Os comunistas entendem que a medida é injustificável e mesmo desaconselhável, visto tratar-se o Castelo de um «simples espaço muralhado e de um simples miradouro, aliás o mais representativo de Lisboa». Para o PCP, a situação actual – entrada gratuita no espaço da muralha e bilhete pago para os dois equipamentos existentes – é mais adequada.
Os comunistas consideram que são já poucas as pessoas que visitam o Castelo e prevêem que, com as entradas pagas, serão ainda menos. «Números apurados dão como certo que um pouco mais de metade dos visitantes são estrangeiros. Da Grande Lisboa serão cerca de 35 por cento e os restantes são cidadãos nacionais vindos do resto do País (e, eventualmente, emigrantes)», revela o PCP. Para amenizar os impactos da medida, a maioria PSD-PP prevê isenções para os residentes em Lisboa. «E os milhares que, residindo fora de Lisboa, trabalham na cidade? E todos os que, visitando Lisboa, pretendem usufruir daquele espaço?», questionam os comunistas.
Para o PCP, é essencial que o acesso ao Castelo se mantenha «livre e aberto». Sublinhando a sua oposição ao pagamento das entradas, os comunistas de Lisboa consideram fundamental que a autarquia «avance rapidamente com programas atractivos de valorização do Castelo e de atracção dos cidadãos que visitam Lisboa. Essas sim, seriam boas medidas».