Os números da pobreza
Contrariando a propaganda que apresenta os EUA como a «terra da liberdade e das oportunidades», as estatísticas oficiais, reveladas no final do mês passado, mostram que a pobreza e a discriminação racial continuam a fazer parte do quotidiano de milhares de norte-americanos.
Segundo os dados revelados, só no último ano ingressaram nas fileiras da pobreza mais 1,3 milhões de indivíduos, elevando para quase 36 milhões de pessoas o total dos que não conseguem garantir condignamente a própria sobrevivência, isto é, 12,5 por cento da população.
Os hispânicos foram a comunidade que mais pagou a crise, vendo o rendimento médio das respectivas famílias cair 2,6 por cento e, em consequência, outras 200 mil pessoas integrarem os negros números da miséria.
No que a cuidados de saúde diz respeito, as estatísticas indicam que, em 2003, 15,6 por cento da população, quase 45 milhões de pessoas, não tinha contratos de seguro de saúde, logo não se encontrava coberto por um sistema de cuidados médicos garantidos em caso de necessidade.
Segundo os dados revelados, só no último ano ingressaram nas fileiras da pobreza mais 1,3 milhões de indivíduos, elevando para quase 36 milhões de pessoas o total dos que não conseguem garantir condignamente a própria sobrevivência, isto é, 12,5 por cento da população.
Os hispânicos foram a comunidade que mais pagou a crise, vendo o rendimento médio das respectivas famílias cair 2,6 por cento e, em consequência, outras 200 mil pessoas integrarem os negros números da miséria.
No que a cuidados de saúde diz respeito, as estatísticas indicam que, em 2003, 15,6 por cento da população, quase 45 milhões de pessoas, não tinha contratos de seguro de saúde, logo não se encontrava coberto por um sistema de cuidados médicos garantidos em caso de necessidade.