Músicos sem contrato
A pedido dos músicos da Orquestra Filarmónica das Beiras, reuniu ontem, em Coimbra, em sessão extraordinária, a Assembleia-Geral da Associação Musical daquela região.
Em causa esteve a análise do regulamento interno da associação e a exigência dos profissionais no estabelecimento de vínculos contratuais permanentes.
Desde final de 1997 que os músicos lutam pelo fim do regime de pagamento através de recibos verdes na Orquestra, facto que a direcção recusa e contesta pela alegada ausência de condições financeiras e de um estatuto que enquadre os artistas.
Os músicos acusam ainda a direcção da instituição de privilegiar os salários dos dirigentes e administrativos em detrimento do auferido pelos quase trinta elementos da orquestra, acusando mesmo o director executivo de ter aumentado a sua remuneração em cerca de 160 por cento nos últimos sete anos.
Em causa esteve a análise do regulamento interno da associação e a exigência dos profissionais no estabelecimento de vínculos contratuais permanentes.
Desde final de 1997 que os músicos lutam pelo fim do regime de pagamento através de recibos verdes na Orquestra, facto que a direcção recusa e contesta pela alegada ausência de condições financeiras e de um estatuto que enquadre os artistas.
Os músicos acusam ainda a direcção da instituição de privilegiar os salários dos dirigentes e administrativos em detrimento do auferido pelos quase trinta elementos da orquestra, acusando mesmo o director executivo de ter aumentado a sua remuneração em cerca de 160 por cento nos últimos sete anos.