Faleceu António Jubileu
Comunista, trabalhador vidreiro e participante activo do movimento operário de 18 de Janeiro de 1934, António Domingues Jubileu faleceu no dia 24 de Setembro, com 97 anos. «Contribuiu, com o seu exemplo, para honrar e engrandecer o nome e as tradições históricas e revolucionárias da Marinha Grande, que hoje se honra de filhos como este», salientou o coordenador do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Vidreira, na intervenção que proferiu na cerimónia fúnebre, dia 25.
Sérgio Moiteiro lembrou que o camarada António Jubileu teve, na revolta operária, «um papel fundamental, que determinava grande responsabilidade, o que, só por si, evidencia a confiança que os seus companheiros tinham nele». Pela sua intervenção naquele movimento, integrando uma das brigadas de assalto ao quartel da GNR, aos 27 anos foi julgado em Tribunal Plenário e condenado a 12 anos de prisão com desterro; iria passar cerca de 10 anos no Forte de São João Baptista, na Ilha Terceira açoriana.
De volta à Marinha Grande, retomou a luta e a ligação ao PCP. Pela sua actividade, o regime fascista prendeu-o novamente, de Março de 1949 a Agosto de 1952.
«António Jubileu esteve nas prisões fascistas cerca de 14 anos, constituindo um exemplo de coerência, firmeza e dedicação ao Partido e às grandes causas da classe operária, dos trabalhadores, da liberdade e da democracia», afirma, por seu turno, a Comissão Concelhia do PCP, numa nota que fez chegar à nossa Redacção.
Sérgio Moiteiro lembrou que o camarada António Jubileu teve, na revolta operária, «um papel fundamental, que determinava grande responsabilidade, o que, só por si, evidencia a confiança que os seus companheiros tinham nele». Pela sua intervenção naquele movimento, integrando uma das brigadas de assalto ao quartel da GNR, aos 27 anos foi julgado em Tribunal Plenário e condenado a 12 anos de prisão com desterro; iria passar cerca de 10 anos no Forte de São João Baptista, na Ilha Terceira açoriana.
De volta à Marinha Grande, retomou a luta e a ligação ao PCP. Pela sua actividade, o regime fascista prendeu-o novamente, de Março de 1949 a Agosto de 1952.
«António Jubileu esteve nas prisões fascistas cerca de 14 anos, constituindo um exemplo de coerência, firmeza e dedicação ao Partido e às grandes causas da classe operária, dos trabalhadores, da liberdade e da democracia», afirma, por seu turno, a Comissão Concelhia do PCP, numa nota que fez chegar à nossa Redacção.