Falta de educação
O executivo da DORAL do PCP considera que os «sucessivos erros e atrasos na colocação de professores e educadores comprometeu irremediavelmente a abertura e decurso normal do ano lectivo». Para os comunistas algarvios, é «premente uma auditoria a todo este turbulento concurso e a assunção de responsabilidades pelo ME (actual e anterior) e pelo Governo». Fait-diverts mediáticos à parte, o PCP considera que estes problemas põem em causa algumas prioridades: a valorização dos quadros das escolas, a estabilidade dos professores e educadores da nossa região e a defesa da escola pública, que assim se vê afrontada e descridibilizada».
O executivo da DORAL não aceita as enormes complicações para os alunos e suas famílias decorrentes dos problemas com os concursos e rejeita igualmente que 50 mil docentes sejam tratados como «gente descartável, privada de planear a sua vida e inclusive, no caso dos contratados, de receber o seu salário». Para os comunistas, para além de um caso de incompetência técnica, «estamos perante a irresponsabilidade política de dois governos PSD/PP e de duas equipas ministeriais».
O PCP lembra que já em Setembro de 2003 foram desvalorizados os problemas na concretização de uma primeira e pequena parte do modelo que, na altura, substituía os miniconcursos. Na altura, o governo ignorou as críticas da FENPROF, única organização sindical a demarcar-se do novo sistema, recordam os comunistas. Com «descarada arrogância, a maioria de direita recusa agora uma comissão parlamentar de inquérito ao assunto pedida pelo PCP na Assembleia da República».
Reconhecendo não ser excepção no quadro nacional, os comunistas do Algarve denunciam que um elevado número de estabelecimentos escolares continuam encerrados. Nas escolas secundárias das cidades, o número de docentes efectivos permite a abertura das escola, sem aulas», como aconteceu em alguns estabelecimentos. Nas escolas básicas, acusa o PCP, a situação é mais grave, onde a falta de professores atinge os 50 por cento. Nos concelhos do interior chegam a faltar 60 por cento dos docentes.
O executivo da DORAL não aceita as enormes complicações para os alunos e suas famílias decorrentes dos problemas com os concursos e rejeita igualmente que 50 mil docentes sejam tratados como «gente descartável, privada de planear a sua vida e inclusive, no caso dos contratados, de receber o seu salário». Para os comunistas, para além de um caso de incompetência técnica, «estamos perante a irresponsabilidade política de dois governos PSD/PP e de duas equipas ministeriais».
O PCP lembra que já em Setembro de 2003 foram desvalorizados os problemas na concretização de uma primeira e pequena parte do modelo que, na altura, substituía os miniconcursos. Na altura, o governo ignorou as críticas da FENPROF, única organização sindical a demarcar-se do novo sistema, recordam os comunistas. Com «descarada arrogância, a maioria de direita recusa agora uma comissão parlamentar de inquérito ao assunto pedida pelo PCP na Assembleia da República».
Reconhecendo não ser excepção no quadro nacional, os comunistas do Algarve denunciam que um elevado número de estabelecimentos escolares continuam encerrados. Nas escolas secundárias das cidades, o número de docentes efectivos permite a abertura das escola, sem aulas», como aconteceu em alguns estabelecimentos. Nas escolas básicas, acusa o PCP, a situação é mais grave, onde a falta de professores atinge os 50 por cento. Nos concelhos do interior chegam a faltar 60 por cento dos docentes.