Contra mais um lay-off na Rohde
Uma manifestação com cerca de 700 trabalhadores teve lugar ao fim da manhã de anteontem, em Santa Maria da Feira, desde as instalações da fábrica de calçado Rohde, até aos Paços do Concelho, para protestar contra a imposição da suspensão dos contratos de trabalho (lay-off) à totalidade do pessoal ao serviço da multinacional alemã.
Representantes da União dos Sindicatos de Aveiro e do Sindicato do Calçado dos distritos de Coimbra e Aveiro foram recebidos por um vereador, expressando preocupação, em palavras, mas confirmando, na prática, que o Presidente da Câmara não quer ouvir os trabalhadores. Além daquelas estruturas sindicais, estiveram na manifestação, em solidariedade com o pessoal da Rohde, dirigentes dos sindicados dos Metalúrgicos e dos Professores, bem como uma delegação do PCP – o único partido que assim correspondeu ao convite saído do último plenário de trabalhadores.
Em comunicado, o organismo de Empresas da Direcção Regional de Aveiro do Partido saudou a luta contra o lay-off, vincando que a Rohde não precisa de recorrer a este instrumento legal e denunciando o uso de dinheiro da Segurança Social em proveito da empresa – uma vez que, durante o período de suspensão dos contratos de trabalho, as remunerações são substancialmente reduzidas e comparticipadas pela Segurança Social em 70 por cento.
Os comunistas entregaram mais um requerimento na Assembleia da República, dia 2 de Maio, exigindo esclarecimentos sobre as verbas já pagas à Rohde pela Segurança Social, notando que esta é a quarta vez, em dois anos, que a empresa recorre ao lay-off. Da última vez, foi anunciada a realização de uma inspecção, envolvendo o Ministério das Finanças, estranhando o PCP que seja autorizado pela Segurança Social um novo lay-off sem que sejam conhecidos resultados da investigação.
Representantes da União dos Sindicatos de Aveiro e do Sindicato do Calçado dos distritos de Coimbra e Aveiro foram recebidos por um vereador, expressando preocupação, em palavras, mas confirmando, na prática, que o Presidente da Câmara não quer ouvir os trabalhadores. Além daquelas estruturas sindicais, estiveram na manifestação, em solidariedade com o pessoal da Rohde, dirigentes dos sindicados dos Metalúrgicos e dos Professores, bem como uma delegação do PCP – o único partido que assim correspondeu ao convite saído do último plenário de trabalhadores.
Em comunicado, o organismo de Empresas da Direcção Regional de Aveiro do Partido saudou a luta contra o lay-off, vincando que a Rohde não precisa de recorrer a este instrumento legal e denunciando o uso de dinheiro da Segurança Social em proveito da empresa – uma vez que, durante o período de suspensão dos contratos de trabalho, as remunerações são substancialmente reduzidas e comparticipadas pela Segurança Social em 70 por cento.
Os comunistas entregaram mais um requerimento na Assembleia da República, dia 2 de Maio, exigindo esclarecimentos sobre as verbas já pagas à Rohde pela Segurança Social, notando que esta é a quarta vez, em dois anos, que a empresa recorre ao lay-off. Da última vez, foi anunciada a realização de uma inspecção, envolvendo o Ministério das Finanças, estranhando o PCP que seja autorizado pela Segurança Social um novo lay-off sem que sejam conhecidos resultados da investigação.