Protestos na Alcoa
Centenas de trabalhadores da Alcoa (ex-Indelma) cortaram terça-feira a circulação rodoviária na estrada frente às instalações da fábrica, no Casal do Marco, Seixal, em protesto contra a ameaça de despedimento colectivo de 350 trabalhadores, formalizada na semana passada pela administração.
Um dirigente do Sindicato das Indústrias Eléctricas do Sul e Ilhas disse à Agência Lusa que, no plenário antes realizado, os trabalhadores decidiram também manifestar-se dia 16, frente à residência oficial do primeiro-ministro. Segundo Luís Leitão, muitos dos trabalhadores (sobretudo mulheres) incluídos na lista sofrem de tendinite.
O SIESI/CGTP considera infundadas as razões invocadas. A empresa alega redução do volume de encomendas e transferência de parte da produção para a Hungria, mas o sindicato afirma que havia «perspectivas de encomendas», para as quais eram necessários 1.198 trabalhadores», em vez dos 964 que restarão caso se concretize o despedimento. Por outro lado, a transferência de produção para a Hungria resultaria numa redução de custos de 17 por cento, mas as cablagens e os acessórios lá produzidos acabam por voltar à fábrica do Casal do Marco, para serem reparados ou reencaminhados para a Autoeuropa.
Um dirigente do Sindicato das Indústrias Eléctricas do Sul e Ilhas disse à Agência Lusa que, no plenário antes realizado, os trabalhadores decidiram também manifestar-se dia 16, frente à residência oficial do primeiro-ministro. Segundo Luís Leitão, muitos dos trabalhadores (sobretudo mulheres) incluídos na lista sofrem de tendinite.
O SIESI/CGTP considera infundadas as razões invocadas. A empresa alega redução do volume de encomendas e transferência de parte da produção para a Hungria, mas o sindicato afirma que havia «perspectivas de encomendas», para as quais eram necessários 1.198 trabalhadores», em vez dos 964 que restarão caso se concretize o despedimento. Por outro lado, a transferência de produção para a Hungria resultaria numa redução de custos de 17 por cento, mas as cablagens e os acessórios lá produzidos acabam por voltar à fábrica do Casal do Marco, para serem reparados ou reencaminhados para a Autoeuropa.