Mais desemprego no comércio do Porto
O Sindicato do Comércio, Escritórios e Serviços anunciou na semana passada que vai pedir reuniões com a Câmara Municipal do Porto, a Inspecção do Trabalho e o Ministério da Economia, para debater a grave situação que se vive no sector, onde o desemprego atingiu, em finais de Julho e apenas neste distrito, mais de 23 500 trabalhadores.
Aumentaram as falências e os encerramentos, nesta primeira metade do ano, referindo o sindicato os exemplos da Pier Import(no Norte Shopping), da Loja Viva (no Parque Nascente) e da A. Martins de Vasconcelos.
A precariedade dos vínculos laborais sofreu «um aumento brutal», com maior incidência nas empresas instaladas em centros comerciais, onde «os direitos contratuais e legais não são minimamente respeitados» e «existem empresas que não aplicam os mínimos negociados no contrato colectivo». Tal sucede, segundo o sindicato, «a coberto do Código do Trabalho», pois «muitos patrões julgam que agora tudo é possível».
A situação «é preocupante, porque a esmagadora maioria dos trabalhadores empurrados para a situação de desempregados vem embora sem o pagamento dos seus direitos e fica numa situação aflitiva, por causa de patrões que «vivem na impunidade, abrindo e fechando lojas a seu belo prazer, sem que nada lhes aconteça». A preocupação agrava-se, já que no Grande Porto «não se vislumbram soluções que venham minimizar o desemprego, o investimento não aparece» e o sindicato não tem encontrado grande entusiasmo nas reuniões que realizou com as câmaras municipais. «As soluções que possam existir são avulsas, não há uma estratégia para inverter a paralisia que existe no sector», refere-se no comunicado enviado dia 12 à comunicação social.
Aumentaram as falências e os encerramentos, nesta primeira metade do ano, referindo o sindicato os exemplos da Pier Import(no Norte Shopping), da Loja Viva (no Parque Nascente) e da A. Martins de Vasconcelos.
A precariedade dos vínculos laborais sofreu «um aumento brutal», com maior incidência nas empresas instaladas em centros comerciais, onde «os direitos contratuais e legais não são minimamente respeitados» e «existem empresas que não aplicam os mínimos negociados no contrato colectivo». Tal sucede, segundo o sindicato, «a coberto do Código do Trabalho», pois «muitos patrões julgam que agora tudo é possível».
A situação «é preocupante, porque a esmagadora maioria dos trabalhadores empurrados para a situação de desempregados vem embora sem o pagamento dos seus direitos e fica numa situação aflitiva, por causa de patrões que «vivem na impunidade, abrindo e fechando lojas a seu belo prazer, sem que nada lhes aconteça». A preocupação agrava-se, já que no Grande Porto «não se vislumbram soluções que venham minimizar o desemprego, o investimento não aparece» e o sindicato não tem encontrado grande entusiasmo nas reuniões que realizou com as câmaras municipais. «As soluções que possam existir são avulsas, não há uma estratégia para inverter a paralisia que existe no sector», refere-se no comunicado enviado dia 12 à comunicação social.