STAL saúda vitória na Venezuela
«A vitória da democracia económica e social» no referendo de domingo passado, na Venezuela, foi saudada pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local, cujo presidente esteve naquele país, como observador, em representação do Conselho Português para a Paz e Cooperação.
Numa nota de imprensa distribuída anteontem, o STAL «saúda calorosamente os trabalhadores e o povo da Venezuela pelos resultados inquestionáveis do referendo», que «representam a consolidação de um projecto de sociedade mais justa, livre e democrática» naquele país. O sindicato considera que os resultados do referendo, reconhecidos pela generalidade dos observadores internacionais, «permitem a continuação do presidente Hugo Chavez no cargo para que foi eleito democraticamente e reforçam o projecto de uma sociedade em que o povo e os mais desfavorecidos serão protegidos».
Para o STAL, merecem registo «o civismo, a alegria e a disponibilidade do povo venezuelano para a participação em todo o processo». O sindicato condena «a campanha destabilizadora que alguns insistem em levar por diante, nomeadamente os Estados Unidos da América» e expressa confiança em que «o modelo de sociedade pretendido pela esmagadora maioria do povo venezuelano tem agora condições reforçadas para se desenvolver, dando origem à construção de uma efectiva democracia económica e social».
Numa nota de imprensa distribuída anteontem, o STAL «saúda calorosamente os trabalhadores e o povo da Venezuela pelos resultados inquestionáveis do referendo», que «representam a consolidação de um projecto de sociedade mais justa, livre e democrática» naquele país. O sindicato considera que os resultados do referendo, reconhecidos pela generalidade dos observadores internacionais, «permitem a continuação do presidente Hugo Chavez no cargo para que foi eleito democraticamente e reforçam o projecto de uma sociedade em que o povo e os mais desfavorecidos serão protegidos».
Para o STAL, merecem registo «o civismo, a alegria e a disponibilidade do povo venezuelano para a participação em todo o processo». O sindicato condena «a campanha destabilizadora que alguns insistem em levar por diante, nomeadamente os Estados Unidos da América» e expressa confiança em que «o modelo de sociedade pretendido pela esmagadora maioria do povo venezuelano tem agora condições reforçadas para se desenvolver, dando origem à construção de uma efectiva democracia económica e social».