Ciclone devastador
Três vítimas mortais e quatro feridos, um dos quais com gravidade, perfazem o balanço trágico da passagem por Cuba do ciclone Charley na madrugada de quinta para sexta-feira da passada semana. Segundo um responsável da Defesa Civil, as mortes ocorreram na província de Havana, havendo ainda a registar danos em pelo menos 576 casas, bem como em 48 empresas.
Os mais de 20 mil turistas que se encontravam na estância balnear de Varadero puderam passar a noite sem problemas, mas na ilha de Cayo Largo as autoridades tiveram de proceder à evacuação de cerca de mil.
Estragos fortes deixou ainda o Charley à passagem pela costa oeste da Flórida, nos EUA, onde os ventos sopraram a 230 quilómetros por hora. As autoridades do estado norte-americano instauraram o estado de urgência e pediram a mais de um milhão de pessoas que abandonassem as praias, onde se fizeram sentir igualmente os efeitos de vagas com mais de quatro metros de altura. Cerca de 700.000 pessoas ficaram sem electricidade, sendo elevado o número de casas reduzidas a escombros, embora sem notícia de vítimas.
Os mais de 20 mil turistas que se encontravam na estância balnear de Varadero puderam passar a noite sem problemas, mas na ilha de Cayo Largo as autoridades tiveram de proceder à evacuação de cerca de mil.
Estragos fortes deixou ainda o Charley à passagem pela costa oeste da Flórida, nos EUA, onde os ventos sopraram a 230 quilómetros por hora. As autoridades do estado norte-americano instauraram o estado de urgência e pediram a mais de um milhão de pessoas que abandonassem as praias, onde se fizeram sentir igualmente os efeitos de vagas com mais de quatro metros de altura. Cerca de 700.000 pessoas ficaram sem electricidade, sendo elevado o número de casas reduzidas a escombros, embora sem notícia de vítimas.