Em defesa da EMEL
A discussão da proposta do presidente da Câmara de Lisboa que previa a constituição de uma sociedade anónima para explorar os parquímetros foi, na passada semana, adiada. A proposta, subscrita por Carmona Rodrigues, visava a constituição de uma sociedade anónima, que teria como objecto principal de actividade a «exploração do estacionamento de duração limitada na via pública mediante a celebração de um contrato com a EMEL (Empresa Municipal de Estacionamento de Lisboa). Além disso, a proposta previa a aprovação dos respectivos estatutos e a autorização de «alienar 49 por cento do capital social a constituir».
O PCP já se manifestou contra a proposta de Carmona Rodrigues. «Trata-se da privatização de uma empresa municipal. Trata-se de privatizar o uso do solo municipal. Trata-se de ceder a privados os direitos sobre um bem público essencial e raro: o espaço público», refere o PCP em comunicado.
«Sabe-se agora, em conclusão, qual foi o plano de a direita deliberadamente concebeu para a EMEL nestes dois anos e meio: deixar degradar a empresa, usando a técnica do “quanto pior, melhor”», continua o documento.
Neste sentido, os comunistas declaram que farão tudo o que estiver ao seu alcance para que a EMEL se mantenha na propriedade plena do município de Lisboa exigindo que sejam tomadas medidas de gestão atinentes a que a empresa retome a sua plana actividade e a sua normal «performance».
O PCP já se manifestou contra a proposta de Carmona Rodrigues. «Trata-se da privatização de uma empresa municipal. Trata-se de privatizar o uso do solo municipal. Trata-se de ceder a privados os direitos sobre um bem público essencial e raro: o espaço público», refere o PCP em comunicado.
«Sabe-se agora, em conclusão, qual foi o plano de a direita deliberadamente concebeu para a EMEL nestes dois anos e meio: deixar degradar a empresa, usando a técnica do “quanto pior, melhor”», continua o documento.
Neste sentido, os comunistas declaram que farão tudo o que estiver ao seu alcance para que a EMEL se mantenha na propriedade plena do município de Lisboa exigindo que sejam tomadas medidas de gestão atinentes a que a empresa retome a sua plana actividade e a sua normal «performance».