Morreu Henri Cartier-Bresson

O fotógrafo Henri Cartier-Bresson morreu no início da passada semana, aos 95 anos.
A sua obra caracteriza-se pela captação oportuna - o «instante decisivo» - e pelo olhar humanista, que transformaram a prática do fotojornalismo.
Henri Cartier-Bresson começou a sua carreira como fotógrafo em 1931, aos vinte e dois anos, mas o seu grande amor sempre foi a pintura. Mais tarde, concluiu estudos de pintura e filosofia na Universidade de Cambridge.
A fotografia surge após ter participado numa expedição etnográfica ao México, onde começou a trabalhar como fotógrafo independente. Em 1932 faz a sua primeira exposição individual, na galeria de Julien Levy, e, em 1935, familiarizou-se com a fotografia cinematográfica, trabalhando como assistente de câmara, tendo realizado filmes documentários em Espanha.
Durante a Segunda Guerra Mundial é feito prisioneiro de guerra pelos alemães. Após a sua fuga, em 1943, aderiu ao MNPGD, um movimento de resistência francês, só voltando à fotografia em 1945, altura em que produz muitos livros ilustrados com as suas fotos.


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