Saúde pública em perigo
Vários residentes e trabalhadores na zona de Matosinhos evidenciaram, nos últimos dias, problemas respiratórios e cefaleias, provocadas por produtos irritantes libertados para a atmosfera na sequência da explosão no oleoduto de Leixões.
Em declarações à Lusa, o delegado de saúde concelhio, Jaime Baptista, confirmou problemas «ligeiros» desse tipo em funcionários de um departamento público instalado nas imediações do local onde ocorreu o acidente.
Por outro lado, vários residentes nas imediações procuraram a urgência do Hospital Pedro Hispano, em Matosinhos, nos dias seguintes ao da explosão, com problemas do foro respiratório.
A autoridade sanitária admitiu ainda que os hidrocarbonetos e outros compostos libertados para a atmosfera representam perigo para a saúde pública, mas esse perigo depende, como assinalou, da sua intensidade e duração.
Em declarações à Lusa, o delegado de saúde concelhio, Jaime Baptista, confirmou problemas «ligeiros» desse tipo em funcionários de um departamento público instalado nas imediações do local onde ocorreu o acidente.
Por outro lado, vários residentes nas imediações procuraram a urgência do Hospital Pedro Hispano, em Matosinhos, nos dias seguintes ao da explosão, com problemas do foro respiratório.
A autoridade sanitária admitiu ainda que os hidrocarbonetos e outros compostos libertados para a atmosfera representam perigo para a saúde pública, mas esse perigo depende, como assinalou, da sua intensidade e duração.