Solidariedade e luta
Os dias 23, 24 e 25 de Julho a génese da maior festa nacional organizada por jovens. Um acampamento regional da Organização de Braga da JCP seria o mote para um convívio de Verão, a ambição quis organizar um festival e a camaradagem transformou-o numa festa que ultrapassou o universo partidário.
A Praia Fluvial de Arnoso de Santa Eulália em Vila Nova de Famalicão foi o cenário escolhido para o evento. Rodeado pelo rio Guizande e com o Mosteiro de Santo Amaro pela frente, um palco contra a guerra e com a Festa do Avante! à proa, deu voz ao rock, hip hop e à música popular, protagonizado por: Scream, Barraco 27, Papapelapaz, Doink, Rendimento Mínimo, Ex-lovers Sex e Cantares da Terra.
A broa, o caldo verde, o arroz com frango, as barriguinhas, as costeletas, as sardinhas assadas e as bebidas habituais alimentavam o convívio dos visitantes. Os Dj’s aqueciam as madrugadas e o cinema na outra margem confortava o espírito antes de adormecer. Sem paredes, nem tecto para dormir, eram as estrelas e as notas órfãs da Guitarra Portuguesa que embalavam os camaradas para a tenda ou para a vigia do recinto. Depois do sono, a imagem do sonho comunista renascia no «Espelho de Sons» em que os pássaros acompanhavam a melodia de Carlos Paredes ou as canções de Jorge Palma.
O torneio 25 de Abril abriu as portas à participação de toda a comunidade nos jogos de futebol. No final, o jantar encheu a barriga da equipa vencedora, mas foram as medalhas a rechear de alegria os olhos dos mais novos que as transportavam triunfalmente como cravos num dia de liberdade.
Os grafittis, a arte circense, a animação de rua e o debate político foram outras iniciativas realizadas para o diverso público que passeava livremente pelo local envolvente à Festa.
No domingo, a «Carvalhesa» marcou oficialmente a despedida, não com um adeus, mas com um até amanhã aos camaradas, porque esta também é uma forma de se fazer política! Até 2005!
Promover a Festa do Avante!
Preenchido por um conjunto de iniciativas políticas, culturais e desportivas, no mesmo fim-de-semana, realizou-se, na Praia do Furadouro, Aveiro, com a participação de três dezenas de militantes e simpatizantes da JCP, mais um Acampamento Regional.
A noite de sexta-feira foi preenchida com um concurso de bandas de garagem, no qual actuaram as bandas ALK, DASH e MURYAN. Enquadrado num conjunto de iniciativas destinadas à promoção da Festa do Avante!, este concurso visa simultaneamente proporcionar às novas bandas uma oportunidade de mostrar o seu valor em público. O MURYAN acabaram por vencer tendo ganho uma EP (Entrada Permanente) para a Festa do Avante! 2004. Registe-se todavia a excelente qualidade das três bandas que contribuiu para que este festival fosse considerado como um dos melhores dos últimos anos.
O dia de sábado foi preenchido com diversas actividades desportivas, tendo sido reservado o dia de domingo para o debate político que incidiu este ano sobre a situação política nacional actual. Particularmente focados neste debate foram os ataques ao ensino público e a nova legislação laboral que lesa fortemente as novas gerações de
trabalhadores condenados hoje à precariedade e à mais desregrada exploração.
Bem patente durante todo o fim-de-semana foi a alegria, a solidariedade e a disposição para as lutas que aí vêm, na certeza de que só unidos e organizados será possível dar uma resposta eficaz à ofensiva contra os direitos dos jovens que este Governo na linha de continuidade do anterior não deixará de prosseguir.
A Praia Fluvial de Arnoso de Santa Eulália em Vila Nova de Famalicão foi o cenário escolhido para o evento. Rodeado pelo rio Guizande e com o Mosteiro de Santo Amaro pela frente, um palco contra a guerra e com a Festa do Avante! à proa, deu voz ao rock, hip hop e à música popular, protagonizado por: Scream, Barraco 27, Papapelapaz, Doink, Rendimento Mínimo, Ex-lovers Sex e Cantares da Terra.
A broa, o caldo verde, o arroz com frango, as barriguinhas, as costeletas, as sardinhas assadas e as bebidas habituais alimentavam o convívio dos visitantes. Os Dj’s aqueciam as madrugadas e o cinema na outra margem confortava o espírito antes de adormecer. Sem paredes, nem tecto para dormir, eram as estrelas e as notas órfãs da Guitarra Portuguesa que embalavam os camaradas para a tenda ou para a vigia do recinto. Depois do sono, a imagem do sonho comunista renascia no «Espelho de Sons» em que os pássaros acompanhavam a melodia de Carlos Paredes ou as canções de Jorge Palma.
O torneio 25 de Abril abriu as portas à participação de toda a comunidade nos jogos de futebol. No final, o jantar encheu a barriga da equipa vencedora, mas foram as medalhas a rechear de alegria os olhos dos mais novos que as transportavam triunfalmente como cravos num dia de liberdade.
Os grafittis, a arte circense, a animação de rua e o debate político foram outras iniciativas realizadas para o diverso público que passeava livremente pelo local envolvente à Festa.
No domingo, a «Carvalhesa» marcou oficialmente a despedida, não com um adeus, mas com um até amanhã aos camaradas, porque esta também é uma forma de se fazer política! Até 2005!
Promover a Festa do Avante!
Preenchido por um conjunto de iniciativas políticas, culturais e desportivas, no mesmo fim-de-semana, realizou-se, na Praia do Furadouro, Aveiro, com a participação de três dezenas de militantes e simpatizantes da JCP, mais um Acampamento Regional.
A noite de sexta-feira foi preenchida com um concurso de bandas de garagem, no qual actuaram as bandas ALK, DASH e MURYAN. Enquadrado num conjunto de iniciativas destinadas à promoção da Festa do Avante!, este concurso visa simultaneamente proporcionar às novas bandas uma oportunidade de mostrar o seu valor em público. O MURYAN acabaram por vencer tendo ganho uma EP (Entrada Permanente) para a Festa do Avante! 2004. Registe-se todavia a excelente qualidade das três bandas que contribuiu para que este festival fosse considerado como um dos melhores dos últimos anos.
O dia de sábado foi preenchido com diversas actividades desportivas, tendo sido reservado o dia de domingo para o debate político que incidiu este ano sobre a situação política nacional actual. Particularmente focados neste debate foram os ataques ao ensino público e a nova legislação laboral que lesa fortemente as novas gerações de
trabalhadores condenados hoje à precariedade e à mais desregrada exploração.
Bem patente durante todo o fim-de-semana foi a alegria, a solidariedade e a disposição para as lutas que aí vêm, na certeza de que só unidos e organizados será possível dar uma resposta eficaz à ofensiva contra os direitos dos jovens que este Governo na linha de continuidade do anterior não deixará de prosseguir.