Necessidades de saúde aguardam por respostas
Na Península de Setúbal, em matéria de saúde, há carências de vária ordem que estão a pôr em causa o direito das populações a uma adequada prestação de cuidados de saúde. A situação é de tal ordem que levou já as populações a subscreverem duas petições, com mais de dez mil assinaturas, solicitando a intervenção e o apoio da Assembleia da República. Reclamado, num caso, é a construção de uma extensão de saúde na área Sul do Pinhal Novo, e, no outro, a criação de novos equipamentos e a manutenção dos existentes em vários concelhos do distrito.
Foram estas duas petições, bem como uma outra de idêntico sentido relativa a uma freguesia de Sintra, que estiveram em debate, na passada semana, tendo as razões nelas expostas merecido a total concordância e apoio do PCP.
Solidarizando-se com as populações afectadas do Pinhal Novo, Vicente Merendas, em nome da bancada comunista, salientou o facto de mais de cinco mil utentes não terem médico de família, lembrando, por outro lado, os doentes ou seus familiares que, desde há anos, têm de deslocar-se às três e quatro horas da manhã para a porta do Centro de Saúde com vista a conseguir uma consulta de urgência.
Reportando-se à petição da iniciativa das Comissões de Utentes de Saúde da Península de Setúbal, o parlamentar do PCP chamou a atenção para a circunstância de 23 por cento dos inscritos nos centros de saúde da região não terem médico de família, realidade a que se junta – no que é revelador da falta de investimentos nos cuidados primários de saúde – a falta de consultas ao domicílio, a insuficiência ou desadequação de instalações, a falta de equipamentos que permitam efectuar meios auxiliares de diagnóstico e o reduzido número e horários inadequados dos SAP.
Inaceitável, para os comunistas, é ainda qualquer medida, como foi já admitida pelo Governo, que leve ao encerramento da extensão de saúde de Cruz de Pau, Amora.
Foram estas duas petições, bem como uma outra de idêntico sentido relativa a uma freguesia de Sintra, que estiveram em debate, na passada semana, tendo as razões nelas expostas merecido a total concordância e apoio do PCP.
Solidarizando-se com as populações afectadas do Pinhal Novo, Vicente Merendas, em nome da bancada comunista, salientou o facto de mais de cinco mil utentes não terem médico de família, lembrando, por outro lado, os doentes ou seus familiares que, desde há anos, têm de deslocar-se às três e quatro horas da manhã para a porta do Centro de Saúde com vista a conseguir uma consulta de urgência.
Reportando-se à petição da iniciativa das Comissões de Utentes de Saúde da Península de Setúbal, o parlamentar do PCP chamou a atenção para a circunstância de 23 por cento dos inscritos nos centros de saúde da região não terem médico de família, realidade a que se junta – no que é revelador da falta de investimentos nos cuidados primários de saúde – a falta de consultas ao domicílio, a insuficiência ou desadequação de instalações, a falta de equipamentos que permitam efectuar meios auxiliares de diagnóstico e o reduzido número e horários inadequados dos SAP.
Inaceitável, para os comunistas, é ainda qualquer medida, como foi já admitida pelo Governo, que leve ao encerramento da extensão de saúde de Cruz de Pau, Amora.