Escolas de Amarante sem água potável
No concelho de Amarante há escolas do 1.º ciclo do ensino básico que não têm água potável. Esta situação, quase impensável, foi constada pelo deputado comunista Honório Novo no decorrer de uma recente visita por si realizada a duas escolas do 1.º ciclo do ensino básico e da educação pré-escolar que integram o Agrupamento Escolar de Travanca, uma das freguesias daquele concelho.
Ora, segundo descreve o deputado do PCP em requerimento enviado ao Governo, cinco estabelecimentos de ensino que pertencem àquele Agrupamento não são servidos por rede pública de abastecimento de água. Trata-se das escolas de Manhufe e da Boavista n.º 1 (freguesia de Mancelos), a Escola de Penedos (freguesia de Oliveira) e as Escolas de Moreira de Cima e da Fonte (ambas na freguesia de Travanca).
Claro que perante um tal quadro, em «pleno século XXI e num país da União Europeia», como observou Honório Novo, não pode deixar de ser feito, desde logo, um reparo muito crítico à actuação da Câmara Municipal de Amarante, que é a entidade responsável pela rede de abastecimento público de água, apetecendo perguntar o que andou a fazer estes anos todos.
Só que a questão é bem mais grave e ultrapassa a própria inexistência daquela rede pública. O problema de fundo reside no facto de a água que está a ser utilizada a partir de poços existentes nos estabelecimentos de ensino, como alerta o parlamentar do PCP, não ser potável.
São as análises mandadas efectuar pela Direcção do Agrupamento Escolar de Travanca que o confirmam, o que, no entender de Honório Novo, configura «um problema potencialmente muito mais grave no domínio da saúde» para muitas dezenas de crianças, professores e outros funcionários daquelas escolas.
Por isso, entre outras, a pergunta que Honório Novo faz aos Ministérios da Educação e da Saúde no sentido de saber que medidas pensam adoptar para impedir que possam ocorrer graves problemas de saúde pública originados por água imprópria para beber.
Ora, segundo descreve o deputado do PCP em requerimento enviado ao Governo, cinco estabelecimentos de ensino que pertencem àquele Agrupamento não são servidos por rede pública de abastecimento de água. Trata-se das escolas de Manhufe e da Boavista n.º 1 (freguesia de Mancelos), a Escola de Penedos (freguesia de Oliveira) e as Escolas de Moreira de Cima e da Fonte (ambas na freguesia de Travanca).
Claro que perante um tal quadro, em «pleno século XXI e num país da União Europeia», como observou Honório Novo, não pode deixar de ser feito, desde logo, um reparo muito crítico à actuação da Câmara Municipal de Amarante, que é a entidade responsável pela rede de abastecimento público de água, apetecendo perguntar o que andou a fazer estes anos todos.
Só que a questão é bem mais grave e ultrapassa a própria inexistência daquela rede pública. O problema de fundo reside no facto de a água que está a ser utilizada a partir de poços existentes nos estabelecimentos de ensino, como alerta o parlamentar do PCP, não ser potável.
São as análises mandadas efectuar pela Direcção do Agrupamento Escolar de Travanca que o confirmam, o que, no entender de Honório Novo, configura «um problema potencialmente muito mais grave no domínio da saúde» para muitas dezenas de crianças, professores e outros funcionários daquelas escolas.
Por isso, entre outras, a pergunta que Honório Novo faz aos Ministérios da Educação e da Saúde no sentido de saber que medidas pensam adoptar para impedir que possam ocorrer graves problemas de saúde pública originados por água imprópria para beber.