Contra política mercantilista
A Organização da Administração Pública Central de Coimbra do PCP, realizou, no passado dia 17 de Abril, no CT do PCP, a sua 2ª Assembleia de Organização.
Mais de duas dezenas de militantes, provenientes de hospitais (HUC, CHC, IPO e Sobral Cid), da Universidade e das Direcções Regionais, Finanças e Justiça, entre outros locais de trabalho, participaram na 2.ª Assembleia da Administração Pública Central, aprovando por unanimidade o Projecto de Resolução Política e elegendo uma nova direcção para o Sector.
O debate, vivo e participado, incidiu sobre diversas questões, principalmente sobre as que dizem respeito às políticas do Governo de privatização dos serviços públicos e às orientações do Partido para o futuro.
A Resolução Política começa por sublinhar o momento político em que a Assembleia se realizou, de ataque aos serviços públicos, patente na progressiva desresponsabilização do Estado em relação à sua prestação e a clara estratégia de entregas ao sector privado da exploração destes serviços públicos,
Dizem, assim, os comunistas que a chamada Reforma da Administração Pública, concertada com a política mercantilista naqueles serviços, a não ser rapidamente travada, vai traduzir-se pelo agravamento da precariedade do emprego no sector e crescente deterioração na prestação de serviços.
Para travar essa política, a Assembleia apontou como tarefa prioritária dos comunistas o esclarecimento sobre estes problemas, o reforço das estruturas dos trabalhadores e da mobilização destes para a luta, a transmissão de confiança de que a situação pode ser invertida.
Reforçar o Partido
No decurso dos trabalhos, foi exaustivamente analisada a organização do Partido na Administração Pública Central e nos principais locais de concentração de trabalhadores, definindo-se a partir daí as medidas e orientações a tomar a curto/médio prazo para o reforço da sua intervenção. Entre elas, um maior empenhamento do recrutamento de militantes, tomadas públicas de posição mais regulares, privilegiar o contacto com os trabalhadores e a população, a reactivação e criação de células e o melhoramento de funcionamento de outras.
Por fim, a reunião magna dos comunistas da Administração Central de Coimbra alertou para o desmantelamento em curso do Serviço Nacional de Saúde e a necessidade de se desenvolver uma campanha em sua defesa. E considerando um «dever cívico e constitucional» promover e defender o direito de todos à saúde, apontou como tarefas dos comunistas: conhecer, analisar e tomar medidas em relação a todos os problemas existentes nas instituições de saúde, que ponham em causa a prestação de cuidados de saúde com qualidade; contribuir para a dinamização de um amplo movimento cívico de defesa do direito à saúde, universal e tendencialmente gratuito.
Mais de duas dezenas de militantes, provenientes de hospitais (HUC, CHC, IPO e Sobral Cid), da Universidade e das Direcções Regionais, Finanças e Justiça, entre outros locais de trabalho, participaram na 2.ª Assembleia da Administração Pública Central, aprovando por unanimidade o Projecto de Resolução Política e elegendo uma nova direcção para o Sector.
O debate, vivo e participado, incidiu sobre diversas questões, principalmente sobre as que dizem respeito às políticas do Governo de privatização dos serviços públicos e às orientações do Partido para o futuro.
A Resolução Política começa por sublinhar o momento político em que a Assembleia se realizou, de ataque aos serviços públicos, patente na progressiva desresponsabilização do Estado em relação à sua prestação e a clara estratégia de entregas ao sector privado da exploração destes serviços públicos,
Dizem, assim, os comunistas que a chamada Reforma da Administração Pública, concertada com a política mercantilista naqueles serviços, a não ser rapidamente travada, vai traduzir-se pelo agravamento da precariedade do emprego no sector e crescente deterioração na prestação de serviços.
Para travar essa política, a Assembleia apontou como tarefa prioritária dos comunistas o esclarecimento sobre estes problemas, o reforço das estruturas dos trabalhadores e da mobilização destes para a luta, a transmissão de confiança de que a situação pode ser invertida.
Reforçar o Partido
No decurso dos trabalhos, foi exaustivamente analisada a organização do Partido na Administração Pública Central e nos principais locais de concentração de trabalhadores, definindo-se a partir daí as medidas e orientações a tomar a curto/médio prazo para o reforço da sua intervenção. Entre elas, um maior empenhamento do recrutamento de militantes, tomadas públicas de posição mais regulares, privilegiar o contacto com os trabalhadores e a população, a reactivação e criação de células e o melhoramento de funcionamento de outras.
Por fim, a reunião magna dos comunistas da Administração Central de Coimbra alertou para o desmantelamento em curso do Serviço Nacional de Saúde e a necessidade de se desenvolver uma campanha em sua defesa. E considerando um «dever cívico e constitucional» promover e defender o direito de todos à saúde, apontou como tarefas dos comunistas: conhecer, analisar e tomar medidas em relação a todos os problemas existentes nas instituições de saúde, que ponham em causa a prestação de cuidados de saúde com qualidade; contribuir para a dinamização de um amplo movimento cívico de defesa do direito à saúde, universal e tendencialmente gratuito.