Dia da cólera árabe
«Este crime bárbaro constitui um elo da cadeia do terrorismo de estado praticado por Israel, que recentemente obteve de Washington o encorajamento para proibir os palestinianos de regressarem às suas terras e que, hoje, mata os que nelas ficaram». As palavras são do presidente do Líbano, Emile Lahud, em comunicado distribuído à imprensa, no início da semana, a propósito do assassínio do dirigente do Hamas.
Lahud exorta os estados árabes a «assumirem as suas responsabilidades, recusando submeter-se à política de ameaças», e apela ao secretário da Liga árabe, Amr Moussa, para fixar a data de um «Dia da cólera árabe», para que todos os países árabes «lancem um mesmo grito» que leve Israel e os que o apoiam a rever a sua política.
As monarquias do Conselho de Cooperação do Golfo (CCG), por seu turno, exigiram protecção internacional para os palestinianos contra o «terrorismo de Estado» israelita.
Lahud exorta os estados árabes a «assumirem as suas responsabilidades, recusando submeter-se à política de ameaças», e apela ao secretário da Liga árabe, Amr Moussa, para fixar a data de um «Dia da cólera árabe», para que todos os países árabes «lancem um mesmo grito» que leve Israel e os que o apoiam a rever a sua política.
As monarquias do Conselho de Cooperação do Golfo (CCG), por seu turno, exigiram protecção internacional para os palestinianos contra o «terrorismo de Estado» israelita.