Governo compromete segurança
No encerramento da Assembleia Geral da Associação dos Profissionais da Guarda, sábado, o presidente daquela estrutura associativa acusou o Governo de querer «subordinar a GNR e os seus profissionais ao Exército».
José Manageiro disse que existem «11 oficiais generais das Forças Armadas nos quadros da GNR que têm um vínculo muito próximo ao Exército», pelo que, «toda a sua concepção da Guarda se produz com base nessa experiência».
Desta forma, continuou «a GNR perde a sua razão de existir, é uma força que tem de estar junto dos cidadãos e dos tribunais e vocacionada assumidamente para a actividade policial e não militar».
No dia anterior, também a Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP) revelou, através de declarações do seu presidente, Alberto Torres, estar cansada das promessas do executivo de Durão Barroso, que acusam de «só em altura de eleições» tentar «acalmar os ânimos dentro das forças de segurança e prometer melhorias para os profissionais da Polícia de Segurança Pública».
José Manageiro disse que existem «11 oficiais generais das Forças Armadas nos quadros da GNR que têm um vínculo muito próximo ao Exército», pelo que, «toda a sua concepção da Guarda se produz com base nessa experiência».
Desta forma, continuou «a GNR perde a sua razão de existir, é uma força que tem de estar junto dos cidadãos e dos tribunais e vocacionada assumidamente para a actividade policial e não militar».
No dia anterior, também a Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP) revelou, através de declarações do seu presidente, Alberto Torres, estar cansada das promessas do executivo de Durão Barroso, que acusam de «só em altura de eleições» tentar «acalmar os ânimos dentro das forças de segurança e prometer melhorias para os profissionais da Polícia de Segurança Pública».